PROBLEMA DO TRÂNSITO NAS CIDADES

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   Por Alessio Canonice – alessio.canonice@bol.com.br

 

Não se constitui em novidade para ninguém o problema do trânsito nas cidades, tendo em vista  a facilidade de compra e a grande oferta de veículos, tornou-se a população desses tão grande, que as vias públicas quase não suportam o congestionamento deles que transitam diariamente em todo o país.

Expressões diversas são utilizadas nos grandes centros urbanos, em função do inevitável número de conduções que provoca toda essa emaranhada situação todos os dias. A população, sempre que pode, opta por utilizar seu meio de transporte particular em vez de se utilizar do transporte público.

Importante ressaltar o fato de que o transporte público, às vezes, apresenta-se com vários problemas e, nessas condições, acarreta nos grandes centros situações constrangedoras a todos que necessitam desse mister, aqueles que não têm condições de aquisição de conduções próprias.

Que o transporte público deixa a desejar, uma boa parte da população concorda com grandes atrasos, além de poucos veículos, tornando os que transitam sempre lotados, entretanto, no que concerne a Rio Claro, tudo indica que o transporte coletivo procura desempenhar sua função dentro dos limites que a empresa dispõe, procurando atender às exigências dos usuários de uma forma regular.

Para uma efetiva melhora na mobilidade, governos federais, estaduais e municipais deveriam investir em melhores prestações de serviço, aumentando o número de pessoas a utilizar esses transportes, diminuindo o número de veículos nas vias e, com a criação de projetos e conscientização do uso de veículos, evitaria a emissão de gases poluentes, um dos males que atingem de perto a saúde da populaçao.

Quem nunca perdeu tempo em uma fila de trânsito? Esse é certamente um dos problemas mais caóticos de nosso país. Afeta igualmente a ricos e pobres. Não importa se o cidadão está dentro de um ônibus ou em uma condução mais adequada, a maior parte dos moradores de cidades brasileiras perde seu precioso tempo, tentando se deslocar de centro de cidade.

Os problemas acima relatados devem ser enfrentados pelos prefeitos e vereadores, os quais foram escolhidos nas eleições de 2.016, por isso, vale a pena entender os problemas mais comuns da mobilidade urbana.

O excesso de veículos causa irritação e cansaço nas pessoas, além do fato de  que o trânsito atravancado causa prejuízos de ordem social e econômica. Os engarrafamentos têm seu custo, pois afinal o tempo gasto neles poderia ser utilizado em atividades produtivas.

À vista do que relatamos até aqui, estima-se que a cidade de São Paulo e do Rio de Janeiro custam 98 bilhões por ano, tanto pela perda de produção não concretizada, quanto pelos gastos adicionais com combustível. Calcula-se também que os moradores de grandes cidades passem, em média, praticamente um mês inteiro todos os anos dentro de um automóvel.

A circulação de veículos em metrópolis como São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, ou em qualquer uma das grandes cidades brasileiras é um problema de difícil solução a curto prazo e nem mesmo a longo, porque  situação é complexa e complicada.

As notícias diárias sobre os imensos congestionamentos que ocorrem na cidade de São Paulo, demonstra que o problema atingiu o patamar máximo, no que se refere às possibilidades de deslocamento de pessoas e mercadorias de toda a espécie.

De acordo com levantamentos realizados com empresas governamentais ligadas ao setor, a capital paulista tem batido recordes diários de congestionamento. A cada dia, oitocentos novos veículos ingressam na frota da cidade, o que representa todos os anos, aproximadamente 280 mil veículos a mais.

As montadores, por sua vez, não podem parar e o número de veículos vai se tornando uma bola de neve, contribuindo de uma forma decisiva com o congestionamento em todas as ruas e avenidas de cada cidade. Eis aí, portanto,  o quadro em que se encontra o trânsito nas cidades brasileiras, mormente naquelas de grande porte.

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