Rio Claro abre processo seletivo para professores temporários

A prefeitura de Rio Claro, por meio da Secretaria Municipal da Educação, está com inscrições abertas para processo seletivo simplificado que visa contratar professores temporários para a rede municipal de ensino. Os candidatos aprovados irão compor cadastro de reserva para contratação temporária no ano letivo de 2018. Esses docentes vão cobrir as vacâncias nas escolas ocasionadas por faltas, afastamentos e licenças do titular do cargo.
“Para concorrer às vagas, o candidato deverá ter curso superior de pedagogia ou equivalente”, explica o secretário da Educação, Adriano Moreira, acrescentando que para as áreas específicas será necessária graduação na área ou especialização correspondente.
Estão sendo disponibilizadas vagas para professor de Educação Básica I (PEB I), com salário de R$ 14,19 por hora/aula, e professor de Educação Básica II (Arte, Ciências, Educação Física, Geografia, História, Inglês, Língua Portuguesa, Matemática e Educação Especial), remuneração de R$ 15,61 a hora/aula. A taxa de inscrição custa R$ 54,00 para os dois cargos.
“O número de vagas será definido de acordo com a necessidade da rede e a carga horária varia conforme o cargo escolhido”, explica Mônica Christofoletti, diretora do Departamento Administrativo da Secretaria da Educação e presidente da Comissão do Processo Seletivo. De acordo com ela, o processo seletivo terá validade de apenas um ano (2018) e não será prorrogado como era feito anteriormente. “A regra segue orientação do Tribunal de Contas”, esclarece.
As inscrições já estão abertas e devem ser feitas exclusivamente pela internet no site www.institutomais.org.br até o dia 4 de dezembro. O edital com as regras do processo seletivo foi publicado no Diário Oficial do Município de sexta-feira (10). O documento também pode ser retirado no saguão do paço municipal ou baixado pela internet no site da prefeitura, www.rioclaro.sp.gov.br.
As provas deverão ser aplicadas no dia 17 de dezembro, às 9 horas para os candidatos de PEB II, e às 14 horas para PEB I. O local de aplicação dos testes será divulgado por meio de edital que deverá ser publicado no dia 8 de dezembro no Diário Oficial do Município e também nos sites da prefeitura (www.rioclaro.sp.gov.br) e do Instituto Mais de Gestão e Desenvolvimento Social. (www.institutomais.org.br), realizador da seleção.

Prefeitura vai investir mais de R$ 2 milhões em produtos da agricultura familiar

A prefeitura de Rio Claro está realizando uma nova chamada pública para aquisição de gêneros alimentícios da agricultura familiar. O edital de aviso foi publicado no Diário Oficial do Município de sexta-feira (10). O processo será encerrado no dia 5 de dezembro. O investimento previsto é de R$ 2,4 milhões.
Podem participar da chamada pública agricultores familiares, empreendedores familiares rurais e suas organizações. Os recursos são do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE). De acordo com as regras do PNAE, os participantes devem estar organizados em grupos formais como cooperativas, associações e outras. “A chamada pública atende legislação federal e visa fortalecer a agricultura familiar no município”, esclarece o secretário da Educação, Adriano Moreira.
A prefeitura pretende comprar verduras, frutas, legumes, raízes e tubérculos, mel, ovo, suco, entre outros produtos. No total serão adquiridos 31 itens, que abrangem banana, abóbora, alface, cenoura, mandioca, maracujá, rúcula, chuchu, limão, entre outros.
Os gêneros serão destinados para a alimentação escolar e incluídos no cardápio da merenda servida nas escolas públicas. “A compra será feita prioritariamente dos produtores de Rio Claro”, explica Mário Veiga, diretor de Alimentação Escolar. O prazo de vigência do contrato será de seis meses contados a partir da data de assinatura do documento.
O edital com as regras de participação pode ser obtido no site http://licitacao.rioclaro.sp.gov.br. O documento também pode ser retirado no Departamento de Alimentação Escolar, instalado no bloco 17 do NAM, e na Secretaria Municipal da Agricultura, Abastecimento, Silvicultura e Manutenção, na Avenida 58-A, 600, no bairro Jardim América.
Os interessados em participar do processo devem enviar a documentação de habilitação e a proposta de venda até às 8h30 do dia 5 de dezembro no Departamento Administrativo da Central Geral de Compras que fica no bloco 13 do Núcleo Administrativo Municipal (NAM), na Rua Dr. Eloy Chaves, 3265, Alto do Santana.

Prefeituras da região de Araraquara poderão se inspirar no Mais Saúde

Os municípios de Américo Brasileiro, Santa Lúcia, Rincão e Mutuca, na região de Araraquara, poderão adotar serviço semelhante ao Mais Saúde que funciona desde setembro em Rio Claro. A informação foi anunciada na manhã desSa segunda-feira (13) pelo prefeito Dirceu Pano, de Américo Brasiliense, após visitar o Espaço Mais ao lado do prefeito João Teixeira Junior, o Juninho da Padaria, e do vereador Val Demarchi.
“Achei a proposta espetacular. Estamos colhendo todas as informações necessárias e vamos propor aos municípios de Santa Lúcia, Rincão e Mutuca um consórcio para também termos esses serviços”, afirmou Dirceu Pano.
O Mais Saúde é um complexo médico-hospitalar que a prefeitura de Rio Claro colocou em funcionamento para a realização de consultas, exames e cirurgias com o objetivo de reduzir as filas de espera em várias especialidades médicas que, no início do ano, eram de 37 mil procedimentos.
“Este interesse de outros municípios pelo trabalho que estamos realizando mostra que a cidade de Rio Claro está voltando a ser referência e está conseguindo resolver antigos problemas da comunidade”, comentou o prefeito Juninho da Padaria.
A comitiva de Américo Brasiliense também conheceu o funcionamento do canil municipal que poderá servir de base para projeto similar.
Da visita à Rio Claro, também participaram a vereadora Zélia Protetora dos Animais e o vereador Leandro Mancha, o diretor jurídico Gilberto Micalli, o chefe de gabinete Josuel Duche, o assessor legislativo Valdeci Pano e Aparecido Cristiano dos Santos.

Solenidade marca o centenário do Movimento Escoteiro em Rio Claro

A partir das 8h30 desta quarta-feira (15), será realizada na Praça da Liberdade, a solenidade de comemoração do centenário do Movimento Escoteiro em Rio Claro. Durante a cerimônia, será inaugurado um monumento para marcar a data no município.
Em Rio Claro existem dois grupos de escoteiros: o Grupo Escoteiro Marechal Rondon e o Grupo Escoteiro Santa Cruz. Ambos possuem sedes próprias e estão preparadas para oferecer o programa dos Escoteiros do Brasil. Os grupos também contam com o reconhecimento público com a entrega anual da “Medalha de Mérito Escoteiro” aos membros juvenis e adultos.
O ideal do escotismo continua o mesmo há mais de 100 anos: melhorar a sociedade, ajudando os jovens no seu desenvolvimento integral, no desenvolvimento físico, espiritual, intelectual, afetivo, social e moral, com o propósito final de tornar os jovens cidadãos úteis e responsáveis no futuro. De ambos os sexos, na faixa de 7 a 21 anos, sendo orientados por um dedicado contingente de adultos voluntários, o escotismo é o maior e mais organizado movimento de educação não-formal do mundo, recebendo, entre outros prêmios, o da Unesco para a Educação para a Paz.

Potenciais patrocinadores conhecem detalhes do Congresso Estadual de Saúde

A prefeitura de Rio Claro, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, em conjunto com o Conselho de Secretários Municipais de Saúde do Estado de São Paulo, realizou na terça-feira (14), nas Faculdades Claretianas, evento direcionado a potenciais patrocinadores do Congresso de Secretários Municipais do Estado de São Paulo (Cosems), marcado para abril do ano que vem no município.
A 32ª edição do congresso, em Rio Claro, deverá reunir mais de 1.500 participantes, entre secretários de saúde dos mais de 600 municípios paulistas, além de empresas que atuam na área da saúde pública e especialistas nas diversas áreas relacionadas ao SUS (Sistema Único de Saúde). Representantes da equipe organizadora expuseram detalhes do congresso e as oportunidades de patrocínio para as empresas. A expectativa é de que o congresso movimente a rede hoteleira, além de lanchonetes, restaurantes e outros setores.
“Rio Claro, ao ser escolhido para sediar esse importante evento da saúde, mostra que tem recuperado o prestígio e o protagonismo na área”, comenta o prefeito João Teixeira Junior, o Juninho da Padaria, destacando ações do município como o Programa Mais Saúde. “O intercâmbio de conhecimentos, aliado à movimentação da economia local são dois ótimos exemplos de como a nossa população ganha em Rio Claro sediar o congresso”, acrescenta.
O congresso será realizado nas dependências das Faculdades Claretianas. Pela primeira vez um município desta região sedia o congresso, excetuando Campinas. “As propostas que saírem desse congresso poderão nortear propostas de programas das cidades e dos próximos governos estaduais e federais”, comenta o secretário de Saúde de Rio Claro, Djair Francisco.
O presidente do Cosems, Carmino de Souza, secretário de Saúde em Campinas, também destacou a importância das propostas a serem feitas durante o Congresso. “Desse congresso sairá a Carta de Rio Claro, com propostas de melhorias para o SUS, e tenho certeza, com a força que o Estado de São Paulo tem, serão propostas com repercussão nacional”, reiterou Carmino.
A realização do congresso em Rio Claro também reflete a nova postura do município em relação à saúde, que passou a ocupar papel prioritário para a administração municipal a partir deste ano. O programa Mais Saúde inclui a retomada de obras de seis unidades de saúde da família que foram abandonadas no governo anterior, o programa Farmácia Todo Dia, com distribuição de remédios gratuitos também aos finais de semana e feriados, e o Espaço Mais Saúde, complexo médico-hospitalar onde estão sendo realizados exames, consultas e cirurgias de pequena e média complexidades, com o objetivo de reduzir a fila de espera na rede municipal de saúde, que tem pacientes aguardando por atendimento desde 2014. O programa Mais Saúde também garantiu um contrato inédito no município para o Hospital privado Santa Filomena realizar cirurgias eletivas em pacientes que também aguardam na fila do SUS.

Futebol e homenagem marcam Semana da Consciência Negra nesta quarta-feira

A Semana da Consciência Negra de Rio Claro tem nesta quarta-feira (15) futebol e reencontro de amigos do Patro/Tamoyo. O jogo está marcado para as 9 horas na Lagoa Seca do Cervezão (Rua M-21). Também nesta quarta, a partir das 19h30, será realizado no Casarão da Cultura o evento Negros em Evidência, com desfile e homenagem. Todas as atividades têm entrada gratuita. A semana é organizada pela prefeitura por meio da diretoria de Políticas Especiais, vinculada à Secretaria da Cultura.
“A programação está bem variada, sempre destacando a importância da consciência negra e a luta por direitos”, observa Josiane Silva, assessora dos Direitos Raciais, que falará sobre importância do Dia da Consciência Negra em palestra na quinta-feira (16). A atividade está marcada para as 14h30, no Projeto Guri, que fica na Rua 7, 1193.
Na quinta à noite, às 19h30, a Medalha Zumbi dos Palmares será entregue a representantes da comunidade negra. A solenidade será realizada na Câmara Municipal, que fica na Rua 3, entre avenidas 3 e 5, Centro.
A programação segue até dia 20 e terá ainda baile, missa afro e ato cívico. Até o dia 22, exposição de fotos voltada à Consciência Negra pode ser vista no paço municipal. Também serão desenvolvidas atividades em escolas. De 13 a 17 de novembro, a escola estadual professora Oscália Goes Corrêa Santos terá apresentações, palestras e oficinas. O mesmo será realizado nos dias 22 e 23 na escola municipal Caic.

Rio Claro: 15 de Novembro de 1889

O Coronel Gualter Martins Pereira, Barão de Grão Mogol (Decreto Imperial de 17 de setembro de 1873), nasceu em Itacambira, centro pecuário e de mineração ao norte de Minas Gerais. À época do seu nascimento, em 1826, Itacambira pertencia à cidade de Grão Mogol. Arrematada a Fazenda Angélica, de propriedade do London Bank, em 1881, por Rs.305:000$000 (trezentos e cinco contos), o Barão migrou para Rio Claro.
Habitada em 1883, a nova sede da Fazenda Angélica foi obra realizada por cerca de oitenta escravos de procedência mineira e baiana.
O casarão foi construído em um lugar plano e aprazível, às margens do Rio Ribeirão Claro, com a frente voltada para o oeste. Todo rodeado de janelas, com uma varanda de grades de ferro em toda extensão da ala exposta ao sul, de estilo “Oitocentista”, o prédio possui o indefectível sótão e ampla escadaria de acesso ao pavimento superior.
O Barão, pessoa de destaque no Município de Rio Claro, foi eleito pelo partido monarquista à vereança municipal no triênio de 1886 a 1890, período em que ocupou, também, a Presidência do Legislativo.
Homem culto e progressista abraçou depois os ideais republicanos pregados por Campos Salles, Cerqueira Cesar e Alfredo Ellis. Renunciou publicamente ao título honorífico de “Barão de Grão Mogol” e, como cidadão, em 5 de fevereiro de 1888, quando Rio Claro libertava seus escravos, à frente daquela iniciativa, discursou no Largo do Teatro São João (Phenix). Portanto, Rio Claro foi uma das cidades pioneiros na libertação dos escravos, antes mesmo da Lei Áurea.
Ao ser proclamada a República, em 15 de novembro de 1889, coube-lhe, no dia seguinte, como Presidente da Câmara (primeiro Prefeito republicano de Rio Claro), a missão de anunciar oficialmente ao povo rioclarense o grande acontecimento. Para marcar a passagem do trigésimo dia da República no Brasil, foi plantada na Praça da Liberdade uma sequóia (a “Árvore da Liberdade”, conífera exótica, longeva, atualmente, tomada por plantas parasitas, definha, tendo a placa identificativa subtraída). A solenidade (pomposa cerimônia prestigiada pela população rioclarense, ao som da “Marselhesa”, hino francês, considerado o hino da liberdade de todas as nações civilizadas – ainda não havia sido composto o Hino Nacional Republicano), foi aberta com as emocionadas palavras do Sr. Gualter Martins Pereira.
Faleceu o Barão na Fazenda Angélica, às 4.20 horas, na manhã de 15 de dezembro de 1890, sendo sepultado no Cemitério São João Batista. Consta no recibo n. 407 (Livro 95): “Recebi do Senhor Joaquim Jose de Sá a quantia de oitocentos mil reis 800$000 pela sepultura na quadra particular para o cadaver de Gualter Martins. Rio Claro, 15 de dezembro de 1890. O procurador da Intendência Francisco de Almeida Camargo”.
Depois de trinta anos, uma de suas netas encontrou documento em que ele expressava o desejo de ser enterrado junto de seus escravos; seus restos mortais foram transladados para a fazenda na década de 1920.
O túmulo do Barão (em que havia uma lápide – já roubada – com a seguinte inscrição: “Obedecendo a sua última vontade, repousam aqui, os restos mortais de Gualter Martins, Barão de Grão Mogol, orae por ele”), em canavial próximo do Casarão, teve sua cruz de pedra derrubada pela Usina, que a recolocou, cimentada.
Cumpre ressaltar que nesta região do Distrito de Ajapí, houve enorme concentração de escravos; exemplificativamente, no Bairro da Mata Negra, onde permanecem, ainda hoje, construções e cemitérios daquele tempo.
A propósito, esperamos que os responsáveis pelo Patrimônio e Preservação da História do Município da atual administração do prefeito João Teixeira Júnior, carinhosamente chamado “Juninho da Padaria”, efetuassem a correção da equivocada data do plantio da “Árvore da Liberdade” (como sendo 08 de outubro de 1888), colocada na nova placa comemorativa à promulgação da Constituição Federal de 1988, inaugurada naquela Praça. Sem contar que o casarão sede da antiga Fazenda Angélica está relegado ao extremo abandono; em desmoronamento.

Árvore da Liberdade em morte agônica
Árvore da Liberdade em morte agônica

Q 5 (1)

Placa alusiva com registro histórico equivocado
Placa alusiva com registro histórico equivocado
Túmulo do Barão rodeado por canavial em total abandono
Túmulo do Barão rodeado por canavial em total abandono
Coronel Gualter Martins Presidente da Câmara Municipal
Coronel Gualter Martins Presidente da Câmara Municipal

Anselmo Ap. Selingardi Jr.
Perito Judicial em Arqueologia e Documentação Histórica
Inscrição: N. 1417 SP

Campus Araras da UFSCar sedia Seminário de Agroecologia e Desenvolvimento Rural 

No dia 21 de novembro, o Campus Araras da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) realiza o I Seminário de Agroecologia e Desenvolvimento Rural (I SADR), no Anfiteatro do Centro de Ciências Agrárias (CCA), com o tema “Desafios e perspectivas para o mundo moderno e o bem viver”. A organização é do Programa de Pós-Graduação em Agroecologia e Desenvolvimento Rural (PPGADR), sediado no Campus.
O evento tem como objetivo explorar a importância das relações existentes nos diferentes ecossistemas, no contexto da crise que o Brasil enfrenta atualmente. A ideia é também desmistificar a Agroecologia, indicando caminhos para uma agricultura mais sustentável, sem que deixe de ser economicamente viável ao produtor e sem desconsiderar o bem viver das comunidades rurais. Além disso, busca contribuir para a divulgação do PPGADR, uma vez que abordará as três linhas de pesquisa do Programa: Tecnologias e Processos em Agroecologia; Sistemas de Produção Agroecológicos; e Políticas públicas, sociedade e desenvolvimento rural.
Na programação, a partir das 8h30, acontece o primeiro ciclo de palestras, com o tema “Tecnologias e Processos em Agroecologia”. Em seguida, o segundo ciclo trata sobre os “Sistemas de Produção Agroecológicos” e, encerrando o Seminário, o terceiro ciclo enfocará “Políticas Públicas, Sociedade e Desenvolvimento Rural”. No período da tarde, haverá três mesas-redondas simultâneas abordando as temáticas dos ciclos. O evento tem previsão de encerramento às 18 horas.
Os palestrantes são professores e pesquisadores do próprio CCA e agricultores da região. Podem participar pesquisadores, produtores, estudantes e demais pessoas interessadas no assunto. As inscrições podem ser realizadas antecipadamente pelo formulário de inscrição online (http://bit.ly/2iCHwF9) até o dia 20 de novembro; ou pessoalmente na hora do evento. A inscrição só será confirmada mediante a confirmação do pagamento da taxa. Agricultores familiares, indígenas e quilombolas são isentos da taxa de inscrição. As vagas são limitadas e haverá emissão de certificado de participação.
Mais informações estão disponíveis pelo e-mail sadr2017inscricoes@gmail.com ou na página do evento no Facebook (http://bit.ly/2zBkBof).

Bate Papo Ambiental e entrega de brindes

A concepção de que fazemos parte do Meio Ambiente, nos leva a refletir sobre ações e posturas a adotar, para minimizar problemas ambientais, que podem comprometer o futuro do planeta e das formas de vida nele existentes.
Pesquisadores e ambientalistas, do Projeto UMA, Unidos ao Meio Ambiente – com a parceria de empresas, amigos e instituições, levaram uma mensagem de compromisso com o Meio Ambiente, a partir de um Bate Papo Ambiental com as crianças do projeto social dos bairros Bonsucesso e Novo Wenzel, a fim levantar questões sobre cuidados e compromissos com o Meio Ambiente.
Neste diálogo foram trabalhadas as seguintes temáticas: a) a importância do uso racional dos recursos naturais integrando aspectos sociais e ambientais; b) posturas de valor quanto à preservação e conservação da natureza respeitando o lugar onde vivem; c) noções de cuidados à plantas e animais; d) importância de descartar corretamente os resíduos em área urbana, dentre outras. O público alvo (crianças), exercem papel importante, pois se destacam no quesito de incentivo e estímulo de posturas aos familiares e representam o futuro, pois serão os novos adultos e são peças fundamentais para a construção e transmissão de posturas e valores referentes a práticas de preservação ambiental.
Após a roda de conversa, as crianças responderam a perguntas, solucionaram dúvidas sobre o assunto e foram apresentadas a temática de problemas ambientais do próprio bairro.
Diante do envolvimento e participação das crianças, estas foram premiadas com caixas de doces, doadas por empresas parceiras do projeto socioambiental, em agradecimento por estarem contribuindo com o lugar onde vivem, e lembrando que não é o prêmio que eles recebem o principal, mas sim as suas ações diárias, tanto em família, e em comunidade, sendo verdadeiros agentes ambientais.
Portanto, ações como essas, de aprendizagem de práticas ecológicas de valor, é o caminho para mudanças de posturas, ações e visão de mundo.

Distribuição de brindes as crianças
Distribuição de brindes as crianças
Sorriso no rosto da criança no momento de recebimento do brinde
Sorriso no rosto da criança no momento de recebimento do brinde
Entrega de prêmio pelo Educador Ambiental, Éder Varussa
Entrega de prêmio pelo Educador Ambiental, Éder Varussa
Crianças do Projeto Social Bonsucesso e Novo Wenzel, com as caixas de doce, de premiação
Crianças do Projeto Social Bonsucesso e Novo Wenzel, com as caixas de doce, de premiação
Bate Papo Ambiental com o Educador Ambiental Éder Varussa
Bate Papo Ambiental com o Educador Ambiental Éder Varussa

Reintegração de Posse

As viaturas 486 e 485 auxiliaram o Poder Judiciário na reintegração de posse da residência sito à rua 15, n° 831 no Jardim Novo I, a residência havia sido invadida e nesta data foi entregue aos proprietários.

Polícia Militar em Rio Claro recebe Prêmio Polícia Militar da Qualidade

O Batalhão da Polícia Militar de Rio Claro foi um dos ganhadores do Prêmio Polícia Militar da Qualidade – ciclo 2017, A solenidade foi realizado na tarde de segunda-feira (13), no Theatro Municipal de São Paulo.
Para a conquista de cada certificação é necessário atingir pontuações nas questões aplicadas pela Fundação Nacional da Qualidade (FNQ), avaliando o Modelo de Gestão das Organizações Policiais Militares.
O prêmio tem como objetivo avaliar a melhoria contínua das rotinas, e consequentemente, de seus resultados gerenciais e operacionais com a finalidade de agregar valor aos serviços prestados aos cidadãos.

O Troféu que fez tudo valer a pena
O Troféu que fez tudo valer a pena

A presente certificação é fruto do compromisso da Unidade em atender os anseios da comunidade, pautando-se pela modernização da gestão para atingir resultados cada vez melhores, estando pronta a se adaptar aos ambientes em contínua mudança, reconhecendo o atendimento eficiente e eficaz prestado ao cidadão, por meio de um processo de melhoria contínua e permanente dos serviços, com redução de custos e ganhos de produtividade, no infinito caminho da excelência na gestão.

E as últimas vagas para a Copa do Mundo vão sendo preenchidas.

Ontem foi a vez da Dinamarca despachar a Irlanda com uma goleada de 5 a 1 em plena cidade de Dublin. Com a goleada, os dinamarqueses retornam à um mundial, o que não acontecia desde 2002.

Hoje é a vez de Austrália e Honduras se enfrentarem na terra dos cangurus. Na primeira partida, na América Central, houve empate por 0 a 0 e com isso, os australianos aparecem como grandes favoritos à vaga.

Amanhã, Peru e Nova Zelândia decidem a última vaga, em Lima, com promessa de Estádio Nacional completamente lotado. O Peru não disputa uma Copa do Mundo desde 1982, no final da geração de Teófilo Cubillas.

E o Peru tem o desfalque importante do atacante Paolo Guerrero, suspenso preventivamente por doping. A união dos demais jogadores em busca da vitória pelo país e por Guerrero é enorme. Acho que retornam a uma Copa.

O Brasil enfrentou a Inglaterra em Londres e empatou por 0 a 0. Foi um jogo ruim, porém, o resultado agradou ao técnico Tite, pois o jogo foi dificílimo contra uma seleção que fez grande campanha nas eliminatórias.

E hoje é o dia em que o Corinthians poderá confirmar seu sétimo título brasileiro. Para isso, basta vencer o Fluminense na Arena Corinthians, e a promessa é de um público maior que 40 mil pessoas.

A CBF acenou com a possibilidade de enviar a taça à Arena Corinthians para realizar a cerimônia caso haja a confirmação do título. Porém, a entidade desistiu da ideia e não deverá mais realizar o procedimento caso o campeonato se defina.

Grêmio e São Paulo também se encontram com objetivos diferentes. Com o título praticamente impossível de ser conquistado, os gaúchos deverão usar a partida como preparatória para a decisão da Libertadores.

Já o São Paulo ainda sonha com a Libertadores, mas para isso, precisa voltar a vencer, e nada melhor do que contra um adversário como o Grêmio. Será um jogo para cardíaco nenhum colocar defeito.

Aliás, o Tricolor já praticamente acertou seu primeiro reforço para 2018. Trata-se do goleiro Jean, que fez um bom campeonato pelo Bahia. Por sinal, a torcida são-paulina anseia por um goleiro de qualidade desde a aposentadoria de Rogério Ceni…

Já o Palmeiras enfrenta o Sport em São Paulo tentando se firmar definitivamente no G4. Após protestos da torcida, os jogadores prometem mais um grande jogo, assim como no último domingo contra o Flamengo.

O Verdão que também anunciou seu primeiro reforço para 2018. O lateral esquerdo Diogo Barbosa, que está no Cruzeiro, fechou com o Palmeiras por R$ 17 milhões, e deve se apresentar em janeiro.

Já o Santos vai até Salvador enfrentar o Bahia, e precisa da vitória para se manter no G4 sem riscos. Para esta partida, o técnico Elano não conta com Bruno Henrique, devendo improvisar Lucas Lima adiantado.

O caso Zeca ainda não chegou ao final. O lateral esquerdo apenas aguarda decisão da justiça para poder acertar com outro clube, que deverá ser o Palmeiras, que se interessou pelo seu futebol.

Pela Série B, o Oeste joga suas últimas possibilidades nas três últimas rodadas. Caso consiga o acesso a Série A, será mais um paulista a conseguir o feito, e a primeira vez em sua história.

O clube, que está atuando em Barueri por falta de condições de seu estádio em Itápolis, há muito tempo vem se firmando no cenário do futebol nacional, e está na Série B desde 2013, após o título da Série C em 2012.

O Oeste que, no primeiro semestre, quase foi rebaixado à Série A3 do Paulista, inclusive perdendo em casa para o Rio Claro. Após a chegada de Roberto Cavalo, tudo mudou por lá e agora a equipe está a um passo de sua maior conquista da história.

E mais uma vez os dirigentes do futebol brasileiro aparecem envolvidos em escândalos. Em depoimento nos EUA, o ex-executivo de mídia Alejandro Burzaco, afirmou que CBF e Rede Globo receberam propinas em contratos de transmissões. Onde vamos parar?

SAI OU FICA?

Por Geraldo J. Costa Jr.
Podem fazer beicinho os adeptos do livro impresso. Mas este objeto, de aquisição de conhecimento e de encantamento para uns e de ornamentação para outros, tende a desaparecer da forma como fora concebido. Isto porque é inevitável que as novas gerações introduzam aos poucos novos hábitos, costumes e padrões de comportamento.
Os livros agora estão no celular. O mundo cabe dentro de um celular. Verdade. Com este instrumentinho eficiente de comunicação, pode-se tudo. Ou quase. Trabalha-se, estuda-se, escreve-se e publica-se. Pede-se coisas. Vende-se coisas. Dissemina-se ideias, para o bem e para o mal.
O Itaú Cultural lançou recentemente a campanha “Leia para uma Criança, também no celular”, onde livros infantis são acessados a qualquer momento e em qualquer lugar.
Os livros já foram parar nos tablets, também. É uma comodidade. Ou uma chatice. Depende do ponto de vista. Livros mal cuidados causam espirros em pessoas alérgicas à poeira. Ah, mas aquela sensação de folhear as páginas, admirar a capa, nada a substitui. Certamente não pensam assim a molecada que nunca soube o trabalho que dá pesquisar em enciclopédias, porque, quando se deram por gente, já estavam inseridas na comodidade do doutor, professor, analista e conselheiro Sr. Google.
É o progresso, meu velho! As coisas mudam. E não adianta espernear. Tudo o que se comprova útil tende a ser produzido em larga escala. Tudo o que é produzido em larga escala é copiado. Tudo o que é copiado gera disputa. A disputa exige o aperfeiçoamento para manter o interesse e a opção do público a que se destina. E o público, cada vez maior, mais exigente, mais antenado com as modernidades, portanto, cada vez mais dependente delas. Disseminar ideias e cultura através dos livros é lindo e poético, mas está ficando ultrapassado.
O que para no tempo, vira peça de museu. Cai no esquecimento, no desuso. Verifica-se isto nas instituições, e também nas pessoas, que apesar de sua importância e reconhecida eficiência para desempenhar determinada tarefa, são botadas pra escanteio, quando se acomodam na zona de conforto da estabilidade.
O nosso amigo livro impresso tem pelo menos uns 500 anos de existência. É um senhor idoso. Tornou-se vulnerável e lento.
E o mundo está muito rápido, tudo se modifica na velocidade de um relâmpago. Diariamente, a partir de pesquisas de opinião pública, cria-se necessidades para se vender facilidades. Sempre foi assim. Mas de uns anos para cá essa estratégia que mantém vivo o interesse pelo consumo por parte das pessoas, ganhou uma velocidade jamais vista.
O livro impresso, às duras penas, resiste ao tempo. Vem se adaptando às transformações e o faz com relativo sucesso. Belas edições, papéis de excelente qualidade, leveza, visual atrativo. Mas daqui a 50 anos é provável que sofra até uma campanha de minorias voltadas à preservação das florestas. Afinal, para que livros numa estante, se eles podem permanecer esquecidos do mesmo modo, num aparelho de telefone celular?
Não estarei aqui quando esse dia chegar. Mas não me admiraria se isso viesse a acontecer.
O colaborador é escritor

Novo Refis: sintoma de um ambiente ruim

O lançamento de mais um programa especial de renegociação de dívida, o Refis, confirma que a necessidade de reforma tributária já deixou, há muito tempo, a urgência para trás. Desde o ano 2000, o Brasil já teve 31 programas do tipo. A alta carga de impostos e o cipoal jurídico do sistema tributário brasileiro são, sem dúvida, os maiores gargalos para os empreendedores no País.
Sem cuidar das causas, remediam-se os efeitos. Hoje os programas de refinanciamento tributário já fazem parte do planejamento das empresas – sobretudo das grandes. Um estudo da Receita Federal mostra que mais de duas mil empresas aderiram a todas as edições do Refis. Ou seja, trata-se claramente de uma forma de financiamento do negócio, pois é mais barato contar com esses programas do que buscar recursos com juros altos no mercado.
As micros e pequenas empresas (MPEs), no entanto, não conseguem ter acesso ao parcelamento. Embora o Congresso tenha incluído os optantes do Simples no projeto de lei do Refis, o presidente Michel Temer vetou o dispositivo. Nas razões de veto, a alegação é de que o regime do Simples foi instituído por lei complementar e não pode ser alterado por lei ordinária. Ora, andou mal o Presidente, pois a proposta aprovada pelo congresso não altera o regime do Simples; ela apenas dá ao dono de um pequeno negócio a possibilidade de parcelar, nas mesmas condições das grandes empresas e das pessoas físicas, os débitos de natureza tributária e não tributária vencidos até 30 de abril de 2017. Isto é, a Lei Ordinária 13.496/17 não mexe em regime jurídico algum. Está aí a oportunidade de o Congresso derrubar o veto do presidente, pois ele afronta a norma constitucional. Não só nega vigência ao tratamento jurídico diferenciado como inverte a lógica da lei, prejudicando os pequenos negócios ao excluí-los do parcelamento.
O veto, porém, não foi a única má notícia para os pequenos. No mesmo dia da sanção do Refis, a Receita Federal divulgou que mais de um milhão de Microempreendedores Individuais, os chamados MEIs, tiveram seu CNPJ suspenso por falta de pagamento das contribuições mensais e por deixarem de fazer a declaração anual obrigatória. São cabeleireiros, doceiros, eletricistas, artesãos, ambulantes e profissionais de cerca de 500 atividades que faturam até R$ 60 mil por ano e podem contratar até, no máximo, um funcionário pagando o salário mínimo. Pessoas que encontraram na figura do MEI uma maneira de entrar na formalidade e de ter direito a benefícios como a aposentadoria, por exemplo. Tudo isso por cerca de R$ 50 mensais. Por esquecimento ou falta de disponibilidade de recurso naquele no momento, muitos MEIs deixaram de recolher esse valor e agora podem perder definitivamente seu CNPJ caso não regularizem sua condição. É certo que, recentemente, a Receita Federal permitiu o parcelamento dessa dívida em até 120 meses, mas a divulgação foi tímida e o prazo já se encerrou.
Se a Constituição Federal exige tratamento diferenciado às empresas de micro e pequeno porte, “visando a incentivá-las”, a defesa dos pequenos não é uma questão de bondade ou de oportunidade, mas de direito assegurado pelo legislador constituinte em relação a quem mais gera empregos no País mesmo em tempos de crise econômica.
Dados do Sebrae mostram que, entre janeiro e setembro, os pequenos negócios criaram 389 mil novos postos de trabalho, enquanto as médias e grandes apresentaram saldo negativo de 200 mil. Já um levantamento do IBGE mostra que, em 2016, os negócios com até cinco funcionários foram responsáveis por 50,1% dos empregos formais do País. Só na Grande São Paulo, isso representa três milhões de pessoas empregadas. E a tendência é de expansão: até setembro de 2017, atendemos no Sebrae-SP 902 mil pessoas interessadas em começar um negócio próprio. Esse número já é quase 20% maior do que os potenciais empresários atendidos em todo o ano de 2016.
Há muito por fazer. Mas, dada a dificuldade na agenda do País, esperamos que em 2019 possamos ser capazes de deixar de remediar os efeitos para curar a causa.
Bruno Caetano é diretor superintendente do Sebrae-SP

Quem decide o que é bom para o Brasil?

A polêmica sobre a necessidade ou não de urgentes reformas na Previdência Social, cuja “novela” se desenrola há meses, sem nenhum desfecho previsível, poderia terminar de uma maneira bastante simples: mediante um plebiscito em que os cidadãos brasileiro seriam chamados para decidir nas urnas se convém reformar as leis que aí estão (frutos de anteriores e inesgotáveis reformas) ou se é preciso mudar tudo, acabando com supostos privilégios e instituindo uma idade mínima cada vez maior, com mais tempo de contribuição (considerando a expectativa de vida!).
Aos que objetarem que os custos para um repentino plebiscito seriam altos, poderíamos responder que os atuais custos da indecisão e da relutância de deputados e senadores em aprovar uma reforma claramente impopular são certamente mais altos do que a convocação de um plebiscito. Por que, então, ninguém sequer cogitou até agora a consulta popular?
Evidentemente, não interessa ao atual governo consultar o povo brasileiro. O temor de uma resposta provavelmente negativa, contrária a qualquer mudança radical, tanto com relação à idade mínima como com relação ao estabelecimento de tetos salariais, é muito grande, sendo preferível tentar a famosa compra-venda de apoios na Câmara dos Deputados e no Senado, concedendo e negociando questões e privilégios que, aí sim, afetam diretamente a vida dos brasileiros, sobretudo dos que menos possuem.
Onde está o caráter democrático desta reforma (e de outras que afetam diretamente a vida dos trabalhadores)? Naturalmente, os plebiscitos são convocados apenas quando o interesse da máquina política não existe ou quando há uma campanha midiática em andamento, quase sempre envolvendo questões que mexem diretamente com as “emoções” populares (como o da proibição ou não das armas), mas que não afetam diretamente a sobrevivência de governos ou facções políticas. Neste caso, prefere-se tomar uma decisão entre “compadres”.
Trata-se, a meu ver, de mais uma fragilidade da democracia brasileira. Delega-se a um grupo de deputados e senadores, aliados ou não do governo no poder, a tarefa de acertar as contas por meio da enésima revisão dos critérios de aposentadoria, em meio a absurdas ameaças de não mais poder, num futuro próximo, honrar os compromissos de pagamento das já minguadas aposentadorias.
Por que é tão difícil cortar absurdos privilégios de quem, sendo funcionário público, ganha mais do que o teto estabelecido pelo governo? Por que é tão difícil diminuir o absurdo número de vereadores, deputados e uma miríade de assessores que apenas sustentam a ineficiente máquina política dos municípios e estados?
A resposta é uma só: toda reforma parte do princípio de que as mudanças devem ser feitas junto à parcela indefesa da população, isto é, aquela que pode no máximo recorrer ao expediente legítimo das greves e protestos públicos, não conseguindo paralisar o país a ponto de reverter um quadro já estabelecido pelos conluios entre políticos e lobistas. Em poucas palavras: quem decide o que é bom para o Brasil não é a vontade popular, mas um grupo de políticos que, embora legitimamente eleitos pelo povo, governam em causa própria, com raríssimas exceções.
A reforma da Previdência, se aprovada, mesmo que seja apenas nos quesitos mínimos, longe do projeto inicial do governo Temer, não será a última, nem a definitiva, pois os problemas que dela derivam hão de continuar, não certamente devidos ao aumento da expectativa de vida do brasileiro, mas à crônica ineficiência na gestão dos recursos públicos e aos costumes arraigados de conluios espúrios e de compra e venda de votos e cargos na administração pública.

Sérgio Mauro é professor da Faculdade de Ciências e Letras da Unesp de Araraquara.