MUTIRÃO AMBIENTAL NO MUNICÍPIO DE CORUMBATAÍ-SP

Por Eder Varussa

O Mutirão Ambiental, contou com a colaboração do Batalhão do Tiro de Guerra do município de Rio Claro, alunos da UNESP – Rio Claro, pesquisadores do grupo Universo da Educação Ambiental – Uneamb e alunos de escolas municipais. Este público, mobilizados pelo espírito de cidadania, percorreram ruas e avenidas do município de Corumbataí, fazendo um trabalho porta a porta de educação ambiental.            Durante a atividade de conscientização ambiental, foram abordados os seguintes temas: descarte correto de resíduos sólidos urbanos; limpeza urbana no que concerne evitar o despejo de dejetos em vias públicas, áreas verdes, terrenos e nas proximidades de cursos de água; separação de materiais (coleta seletiva); acondicionamento e a limpeza de materiais recicláveis e reutilizáveis antes de encaminhar as cooperativas.                    A instrução aos moradores, também abordou a questão dos malefícios (a paisagem, saúde pública e saneamento) do acúmulo de resíduos em vias públicas e canteiros. Os resíduos acumulados tornam-se abrigo de vetores transmissores de doenças (ratos, baratas, mosquitos) e animais peçonhentos (cobras e escorpiões), que podem abrigar nas residências ocasionando doenças e epidemias.

Os trabalhos no Mutirão Ambiental foram divididos em equipes. Para tal soldados do Tiro de Guerra, juntamente com pesquisadores da UNESP, realizaram uma exposição com o tema ambiental aos alunos da Escola Municipal Maria de Lurdes Pedroso Perin, do município de Corumbataí. E ao mesmo tempo, outros soldados, juntamente com ambientalistas, percorreram os bairros da cidade, dialogando com moradores.

Para essa atividade foram confeccionados folders explicativos com informações a respeito da classificação dos resíduos em recicláveis e não recicláveis, o cronograma dos serviços de coleta, tanto seletiva, quanto orgânica no município e sobre a importância da reciclagem do óleo de cozinha.

Assim, atividades como essas de sensibilização, orientação e conscientização, permitem criar na comunidade, uma identidade com o ambiente, para que a população tenha responsabilidade e cuidado com o lugar de vivência.

Portanto, trabalhos como esse colaboram a motivar as pessoas a agir de maneira ecologicamente equilibrada com o local em que vivem, o que pode surtir efeitos positivos se todos tiverem comprometidos e integrados no processo, adotando habilidades consistentes e assumindo posturas ambientais de valor, informa o Educador Ambiental Éder Varussa.

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