Médico de Rio Claro dá orientações sobre a doença

O profissional ressalta que os sintomas são muito parecidos com o da gripe comum e alerta sobre os cuidados

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A vacinação seja ela tri ou tetra valente é de extrema importância para a proteção individual prevenindo infecções e surtos epidêmicos", finaliza

Apesar dos casos de morte em Rio Claro pelo vírus H1N1, o pneumologista Jair Verginio Junior afirma que a população não tem com que se preocupar com o resultado, pois não houve aumento nas taxas de mortalidade registradas pelos órgãos de controle de infecções causadas pelo H1N1 ou outras variações do influenza sazonal de uma forma geral.
Segundo o médico, as pessoas precisam ficar atentas aos sintomas que são muito parecidos com o da gripe comum, febre alta (geralmente acima dos 38,5), tosse, dores articulares, dores musculares, dores de cabeça, coriza, inapetência e em alguns casos vem associado com vômitos e diarreia. Mas muitos pacientes vão estar infectados e assintomáticos ou com sintomas leves.
O médico alerta sobre as formas de contágio: “A transmissão se dá na grande maioria de pessoa para pessoa por tosse, espirro ou contato com a mão em locais contaminados por gotículas e depois a colocar na boca ou nariz. Esta transmissão pode ocorrer por sete dias nos adultos e até 14 dias nas crianças e se inicia um dia antes da febre e tendem a ser mais frequentes nas escolas, creches e locais com aglomeração, por isto aumenta esta taxa de infecção durante o inverno. O período de incubação é em torno de 3 a 5 dias e o maior risco de contaminação é quando há sintomas, como a febre”.

O profisisonal acrescenta ainda que ao detectar situações como respiração rápida ou difícil, pele azulada, apatia, vômitos persistentes, se a pessoa não estiver se hidratando suficientemente, se houve melhora dos sintomas e eles retornam com tosse e febre, isso pode significar uma piora ou agravamento do quadro, portanto é importante procurar um médico. De acordo com o pneumologista, não existe um tratamento específico, este se baseia em controle dos sintomas, uma boa hidratação e alimentação, evitar lugares fechados ou com aglomeração de pessoas, uso quando possível de álcool gel e controle de doenças crônicas já existentes. “Pessoas com a imunidade reduzida, outras doenças ou uso de medicações ficam mais expostos.

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