Vereadores discutem melhorias na segurança Pública com o deputado Capitão Augusto

A reunião aconteceu na sede do 37º Batalhão da Polícia Militar do Interior (BPMI) e contou também com a participação dos majores Jaime e Chagas

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Yves Carbinatti, major Jaime, deputado Capitão Augusto, Ruggero Seron e major Chagas

Na busca por alternativas que possibilitem aumentar a sensação de segurança para os rio-clarenses, os vereadores Ruggero Seron (DEM) e Yves Carbinatti (PPS) se reuniram com o deputado federal, Capitão Augusto (PR), para discutir melhorias que podem ser viabilizadas na segurança pública de Rio Claro e região.
A reunião aconteceu na sede do 37º Batalhão da Polícia Militar do Interior (BPMI) e contou também com a participação dos majores Jaime e Chagas. Na ocasião também foram debatidos projetos que possam valorizar o trabalho dos policiais militares que atuam no município.
Seron, que atuou por 15 anos como policial militar, pediu ao deputado que Rio Claro tivesse mais atenção e investimentos na segurança pública, para melhoria no combate a criminalidade, segurança dos cidadãos e dos PMs que protegem a população.
Segundo Yves – que já foi PM temporário – para que a Polícia Militar continue exercendo um bom trabalho, é necessário investimentos para que haja uma melhoria na infraestrutura da corporação.
Outro assunto pautado na reunião entre os parlamentares foi o projeto (PL 195/15) do deputado Capitão Augusto (PR) que autoriza o retorno ao serviço ativo de policial e bombeiro militares estaduais, distritais e municipais eleitos para mandato eletivo. O objetivo desse projeto é corrigir a disparidade de direitos políticos entre os militares e os servidores do Executivo. “Essa injustiça está prestes a completar 50 anos. Hoje, todos os servidores do Executivo podem voltar ao serviço depois do mandato, a única exceção é a dos militares”, afirmou.
O reajuste salarial concedido com base na Lei Complementar n° 1249 de 03/07/14 aos policiais civis e militares e aos agentes penitenciários do Estado de São Paulo, também foi discutido. Tanto o deputado como os policiais militares consideram o reajuste como insuficiente e feito de forma tímida, sem a reposição da real inflação do período precedente. Por isso, defendem a ação de reposição salarial emergente movida contra a Fazenda Pública do Estado e que tem por objetivo reparar os prejuízos causados aos servidores públicos estaduais da área de segurança pela falta de revisão anual dos vencimentos há mais de três anos.

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