Mania de perseguição?…

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Por Eduardo Sócrates Bergamaschi

Vivemos em um mundo cheio de problemas sociais e vivemos com muita insegurança, onde a competitividade é uma constante no nosso dia a dia. Num ambiente assim é normal que não confiemos cegamente em outras pessoas, principalmente quando não as conhecemos bastante.
Mas para tudo há um limite. Não conhecer as pessoas, não confiar plenamente nas mesmas, não significa necessariamente acreditar que elas me perseguirão e me tirarão alguma coisa. A desconfiança ou um medo obsessivos de outras pessoas pode representar a chamada “mania de perseguição”.
E é isso que membros do PT parecem estar apresentando.
No domingo, 07 de janeiro, o Domingão do Faustão, apresentou um quadro onde participaram Fausto Silva, Luciano Huck e sua mulher Angélica.
E logicamente se falou sobre política. E quando se fala sobre política no Brasil, dificilmente, ou melhor quase impossível, se falar bem de políticos. É o panorama que esses homens públicos levam à população de um modo geral.
Que houve uma certa manobra para se “lançar” o Huck como candidato à presidência do Brasil, não há muita dúvida, ou quase nenhuma dúvida.
Mas, o que estão fazendo Lula, Bolsonaro até agora? Não seria também campanhas políticas antecipadas?
Bolsonaro se limitou a ironizar a participação de Huck no programa dominical da Globo, colocando no Facebook a seguinte frase: “Comovente depoimento do presidenciável Luciano Huck”. O que demonstra confiança em si mesmo e nas suas propostas como, também candidato.
Mas, o PT, não se sentiu seguro e dois de seus representantes entraram com uma representação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra a emissora, contra o Huck e contra Fausto Silva.
Os dois alegam em sua representação, que os três cometeram, em tese, abuso dos meios de comunicação e de poder econômico.
Luciano Huck, entra como alvo no processo, por supostamente ter se beneficiado da participação no programa.
Pedem os representantes do PT que a Corregedoria Geral Eleitoral, declare a caracterização de abuso do poder econômico e dos meios de comunicação com a aplicação da inelegibilidade de Huck ou cassação do possível registro de sua candidatura.
Logicamente que os representantes do partido estão agindo de acordo com o que lhe é de direito. Mas, fazem papel ridículo ao demonstrar tamanha paúra em perder a eleição. Parecem não confiar nada, nada em seu candidato, seja ele quem for, Lula ou outro qualquer.
Alegam também os parlamentares que, durante o programa, houve uma “demonização da atual política, dos políticos que a representam, dos pré-candidatos que ostensivamente já se apresentaram para a sociedade como postulantes ao cargo presidencial e, de forma subliminar, a exaltação da pré-candidatura de Luciano Huck”.
Se foi só isso, pelo menos “NÂO HÀ NENHUMA MENTIRA”…
PS.: Antes que alguma bobagem passe pela cabeça de algumas pessoas, deixo bem claro que “JAMAIS” votaria em Luciano Huck…

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