O que esperar?…

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Por Eduardo Sócrates Bergamaschi

Durante o ano de 2017, os brasileiros acompanharam estarrecidos, um tsunami devastador no cenário político nacional, com reflexos diretos na economia do país. A crise que começou o ano já com efeitos devastadores sobre a economia, não esmoreceu, muito, pelo contrário só se fez aumentar.
No final do ano com a crise política ainda não resolvida o que podemos esperar do panorama econômico/financeiro do país?
Bem, segundo especialistas da área, o país precisa urgentemente de uma reforma da previdência. Muitos defendem que trabalhadores perderão regalias, porém defendem com veemência a reforma da previdência, sem a qual garantem que chegará um tempo em que o estado não terá mais condições de arcar com o pagamento de aposentadorias e que, resumindo, aposentados não terão mais como receber seu dinheirinho todos os meses.
Desumano? Sim, mas esse é o retrato de um capitalismo selvagem, onde quem mais ganha são os mais ricos e quem mais perde são os mais pobres. Ou seja, nenhuma novidade na vida econômica financeira do país, nos seus mais de 517 anos.
Para nós, como sempre, estaremos naquelas condições, “se correr o bicho pega, se ficar o bicho come”.
Apesar disso tudo, parece que a aprovação da reforma da Previdência seria um grande impulso para um ajuste econômico no país, pois está diretamente ligada com a solvência (ter as receitas maiores que as despesas) do estado brasileiro.
E as contas públicas equilibradas gera confiança internacional, o que pode atrair investimento de grandes portes para o país, vislumbrando-se daí uma possibilidade maior de um crescimento sustentável e com índices bem acima dos praticados nos dias de hoje.
Nós, enquanto povo, acreditamos que a primeira opção de crescimento do país é estancar a corrupção generalizada que assola o país.
Estancar totalmente, sabemos que será muito difícil, quase que impossível, pois por melhor que escolhamos ainda sobrará algumas tranqueiras no poder. Mas, minimizar as sangrias aos cofres públicos, seria as primeiras atitudes para um Brasil mais estabilizado e humano.
E essas melhorias dependem, como sempre, da sociedade. Precisamos, enquanto cidadãos exercermos os nossos direitos. Votarmos com a maior coerência possível e cobrar, após as eleições, os nossos eleitos.
E como fazemos isso? Principalmente indo aos parlamentos e cara a cara com deputados, senadores e vereadores cobrarmos ética, moral e transparência nas coisas públicas.
Enquanto não agirmos com patriotismo, com cidadania, os “ladrões” continuarão agindo e nos explorando.
Vamos acordar o gigante. “Mas se ergues da justiça a clava forte, verás que um filho teu não foge à luta”. Portanto, filhos da pátria, vamos honrar o nosso hino…

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