Pegadinha?!…

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Por Eduardo Sócrates Bergamaschi

Dia desses vi em um site na internet a notícia de que Ronaldinho Gaúcho seria candidato ao senado por Minas Gerais. Pensei comigo: “será mais um caso Tiririca?”.
Como não se pode confiar quase nada em notícias de internet fui à caça de informações mais confiáveis.
Mesmo a notícia tendo vindo de um órgão de imprensa confiável, O Globo, ainda assim, não me dei por satisfeito. Procurei e encontrei inúmeros sites que repercutiram a mesma notícia da coluna de Lauro Jardim, do Jornal O Globo.
Buscando mais informações encontrei na Revista Isto é, algo que me deixou menos apreensivo.
O próprio partido desmentiu a notícia com o seguinte texto: “O partido Patriota, decidido a lançar a candidatura à Presidência do deputado federal Jair Bolsonaro, desmentiu nessa sexta-feira qualquer acordo para apoiar o ex craque de futebol Ronaldinho Gaúcho a tentar uma cadeira no Senado. Não há nenhum acordo feito entre o partido e o atleta Ronaldinho Gaúcho para lançamento de eventual candidatura deste último ao Senado Federal”, dizia a nota.
Bom, como já disse antes, essa notícia me deixou “menos” apreensivo, mas não totalmente relaxado. Isso porque em política acorda-se de um jeito e a noite tudo já mudou. E o que é mentira agora, daqui a uma hora pode tornar-se verdade.
Vivemos momentos decisivos em nossa política em âmbito nacional. Acredito que hoje não repetiríamos mais um efeito Tiririca, mas ficamos com a pulga atrás da orelha. Por mais que tenha gostado do Ronaldinho Gaucho, como jogador de futebol, não vejo nele nenhum requisito que o pudesse tornar um médio VEREADOR, que dirá senador.
Falamos de efeito Tiririca porque, muito embora o palhaço não tenha se metido em nenhuma “maracutaia”, também não trouxe nada de relevante ao Brasil nesses dois mandatos seguidos. Menos mal que não deve concorrer nas próximas eleições. Pelo menos foi o que ele disse recentemente, agora só falta confirmar.
E quanto mais vai se aproximando as eleições de 2018, mais temos que ficar de olho nos candidatos.
Não partam do princípio de que não há político honesto, pois há sim. São poucos? Sim são poucos. Mas eles existem e temos que, através de pesquisas, encontrá-los.
Quanto mais limparmos o ambiente político atual, melhor serão nossas chances de um futuro mais promissor.
Qualquer político com pendências judiciais não devem e não podem ser reeleitos. Falando em Lava Jato então, todos, indistintamente devem ser excluídos dos seu rol de políticos confiáveis.
Nós temos consciência que será muito difícil expurgar as “bactérias” que atacam a política nacional, mas podemos minorar a sua influência no organismo da política brasileira. Dependemos apenas de nós mesmos. Só há uma alternativa para os brasileiros: “nas próxima eleições acertamos ou acertamos” …

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