Escolas de Rio Claro terão cisternas para economizar água

Educação e preservação ambiental ganham novo destaque em Rio Claro com a instalação de cisternas em 29 unidades da rede municipal de ensino. A primeira será entregue sexta-feira (15) na escola Antonio Sebastião da Silva, no Parque das Indústrias, evento marcado para 9 horas. A iniciativa é trabalho conjunto da prefeitura e Instituto Carlos Roberto Hansen, vinculado à empresa Tigre, e faz parte do projeto Abrace Uma Escola. “Com mais essa parceria levamos benefícios à população e damos exemplo prático de respeito à natureza”, comenta o prefeito João Teixeira Junior, o Juninho da Padaria
As cisternas são reservatórios de águas de chuva que, nas escolas municipais de Rio Claro, serão reutilizadas para limpeza, jardinagem e atividades similares. “Terão tamanhos variados, de acordo com o espaço de cada escola”, explica o secretário municipal de Governo, Desenvolvimento Econômico e Planejamento, Gilberto Brina. Na Antonio Sebastião o reservatório será para mil litros; em outras, a capacidade poderá chegar a cinco mil litros.
De acordo com a diretora substituta da escola, Anelise da Silva Carbinatto, além da economia de água o projeto terá desdobramentos pedagógicos. “Estamos incluindo essa ação no plano de trabalho com os alunos”, informa, destacando que a iniciativa ajuda a formar cidadãos conscientes. A unidade de ensino do Parque das Indústrias atende estudantes do primeiro ao quinto ano, faixa etária de sete a 10 anos.
O diretor municipal de Inovação Tecnológica, Antonio Pássaro, esclarece que a ideia é que as cisternas sejam instaladas nas demais 28 escolas ao longo do primeiro semestre do ano que vem. “Os reservatórios, que são de PVC, estão sendo doados pelo Instituto Carlos Alberto Hansen e Tigre”, explica.ESCOLAS DE RIO CLARO TERÃO (2)
Desde o início deste ano a prefeitura vem intensificando as ações voltadas ao meio ambiente e à educação ambiental. Exemplo é a nascente modelo que entrou em operação no mês de julho na Vila Cristina. É uma antiga casa de bomba de captação de água desativada na década de 50 e que agora recebe visitas monitoradas de estudantes, que aprendem sobre o contexto da nascente e a importância de sua preservação. A nascente modelo envolve Departamento Autônomo de Água e Esgoto (Daae), Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Secretaria da Educação.

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