Se gritar pega ladrão

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Por Eduardo Sócrates Bergamaschi

 

No ano de 1981, portanto há 36 anos, um compositor da Portela, Ary do Cavaco em parceria com outro portelense Bebeto Di São João, compuseram uma música cujo título é Reunião de Bacana, mas que ficou conhecida mais pelo refrão “Se gritar pega ladrão, não fica um meu irmão”.

Nessa musica os compositores faziam uma comparação entre uma reunião de bacanas (doutores, senhores até magnatas) com o ambiente na comunidade onde viviam. Diz ele que na comunidade (Baixada Fluminense) o ambiente era muito mais seguro e mais confiável e que na reunião de bacana ele seria roubado. Mais ou menos é isso a história da música.

Escrita há 36 anos essa letra de música parece que foi escrita ontem em algum bar do Rio de Janeiro, Brasília ou qualquer outra cidade do Brasil.

É impressionante o que vem acontecendo em nosso país. Impressiona porque nunca se viu na história, tantos políticos sendo presos e levados algemados.

Está certo que ainda não vimos ninguém ser condenado exemplarmente ainda, mas, pelo andar da carruagem a esperança é que isso venha a acontecer em breve.

Apesar da tremenda batalha que temos presenciado no judiciário nacional, onde um juiz manda prender e outro manda soltar, a esperança é que o bem vença o mal e que os ladrões, corruptos, assassinos (quem deixa a saúde pública no estado que está só pode ser chamado assim), dissimulados, calhordas acabem atrás das grades ou de tornozeleiras eletrônicas e que, principalmente, devolvam o dinheiro roubado.

Cadeia pra todos eles, que fiquem trancafiados junto com assassinos, traficantes e que trabalhem para pagar a estadia na cadeia.

O povo brasileiro já sofreu demais por culpa desses bandidos. A política brasileira precisa de uma limpeza geral e só com o voto sabemos que não se conseguirá, já que que a maioria do povo brasileiro não tem discernimento para diferenciar o bom do mal na hora de sufragar o voto.

Então o meio mais prático para minimizar a roubalheira é colocando esses senhores em prisões de segurança máxima, sem possibilidade de comunicação com o mundo exterior.

É certo que será difícil prisão para todos, mas acreditamos que este investimento (construção de novos presídios) será aplaudido pela população, desde que não se superfaturem as construções…

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