Oito meses de nova administração…

171

Por: Eduardo Sócrates Bergamaschi

Início de setembro de 2017, oito meses já se passaram da posse da nova administração municipal de Rio Claro.
Obras… Quase nenhuma! A não ser aquelas que estavam iniciadas e abandonadas que, convenhamos, não se pode atribuir competência a quem dá sequencia.
Por outro lado, não podemos atribuir incompetência a esta nova administração, pois, como já prevíamos bem antes das eleições municipais de 2016, não há dinheiro para obras.
Pelos discursos e promessas eleitorais, parece que só os candidatos não sabiam deste pequeno pormenor. Haja vista a promessa do atual prefeito em acabar com a taxa de iluminação e que agora tem que explicar e explicar sem que a população entenda.
Outra constatação é a de que nenhum caso de corrupção foi aventado, AINDA, durante essa nova administração. Porém, devemos lembrar que não há dinheiro sobrando, muito pelo contrário. E onde falta dinheiro, não há espaço para corrupção, o que, aliás, decepcionou inúmeros políticos de partidos da base governista que já torcem o nariz para o prefeito e negam-lhe apoio em muitas ocasiões.
A teoria da atual política apresentada em nosso Brasil varonil mostra que o prefeito Juninho da Padaria terá dificuldades financeiras enormes para governar o nosso município. Isto porque não terá o apoio necessário do governo federal, por questões óbvias, e muito menos do governo estadual, um pouco por questões políticas, já que Geraldo Alckmin não morre de amores pelo nosso deputado, e também por uma questão nacional, a falta de dinheiro.
Mas não são só coisas ruins que temos percebido neste tempo. O legislativo, hoje, podemos contar que teve certa mudança para melhor. Dentre os dezenove vereadores podemos dizer que dois ou três merecem o respeito da população. Coincidentemente, ou não, são jovens políticos que chegaram à vereança sem o ranço e sem o DNA da corrupção.
Moral da história: teremos que continuar com a nossa eterna paciência, acreditando que os nossos homens públicos consigam aumentar as receitas e manter as despesas em baixa e que, principalmente, adquiram uma enorme dose de HONESTIDADE, para assim nos dar melhores condições e melhores qualidades de vida…

COMPARTILHAR

SEM COMENTÁRIO

DEIXE UMA RESPOSTA