Seron articula no Senado aprovação do fim da prisão disciplinar para policiais militares e bombeiros

Reunido com os senadores Magno Malta (PR), José Serra (PSDB) e Marta Suplicy (PMDB), Seron solicitou que o projeto fosse enviado ao Plenário

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Vereador Seron com o deputado federal Jair Bolsonaro em Brasília

Aprovado pela Câmara dos Deputados em outubro de 2015, o projeto que estabelece o fim da prisão disciplinar para policiais militares e integrantes do Corpo de Bombeiros permanece no Senado após receber sinal verde da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ).
Com o objetivo de buscar apoio político para que o projeto possa ser encaminhado ao Plenário e incluído na pauta de votação do Senado, o vereador de Rio Claro Ruggero Seron (DEM), que é policial militar da reserva, esteve em Brasília nesta semana.
Reunido com os senadores Magno Malta (PR), José Serra (PSDB) e Marta Suplicy (PMDB), Seron solicitou que o projeto fosse enviado ao Plenário. “A prisão domiciliar é uma afronta aos direitos humanos já que priva o policial da liberdade sem o direito de ampla defesa”, disse o vereador de Rio Claro que atua como vice-presidente da Associação das Praças Eleitas da Policia Militar do Estado de São Paulo.
Em Brasília, o vereador Seron esteve com os deputados federais, que se posicionaram a favor da aprovação do projeto na Câmara Federal, Jair Bolsonaro (PSC), Subtenente Gonzaga (PDT), Arnaldo Faria de Sá (PTB) e Capitão Augusto (PR) ocasião que externou o clamor da categoria pela votação final no Plenário do Senado. “Os deputados se comprometeram a conversar com os senadores dos seus partidos para que juntos possamos criar uma aliança forte com objetivo único: a aprovação da proposta”, ressaltou o parlamentar de Rio Claro.
Seron avalia que o projeto tem condições de ser incluído na pauta do Senado para votação na próxima semana. “Deputados e senadores sinalizaram de forma positiva à reivindicação das praças do Estado de São Paulo que encaminhei. A nossa luta continua para que possamos colocar ponto final na prisão administrativa”, finaliza. “Não queremos que os policiais fiquem impunes em caso de irregularidades cometidas, mas, defendemos um tratamento mais justo”, finaliza.

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