Motociclistas aprovam a campanha “Fique Antenado”

Ação na região central teve grande participação de motociclistas

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Sete motoclubes de Rio Claro apoiaram o evento, além da presença do prefeito Juninho e vereadores

A campanha “Fique Antenado” teve a aprovação dos motociclistas que passaram pelo cruzamento da Rua 4 com a Avenida 1, ponto de distribuição de antenas corta linha. Iniciativa da Associação dos Motofretes Profissional e Ciclistas de Rio Claro, em parceria com a prefeitura e Sport Motor, na primeira hora de atividades a campanha distribuiu mais de 100 antenas. A Secretaria de Segurança e Mobilidade, por intermédio da Guarda Municipal, também esteve presente fazendo orientação aos motociclistas. Sete motoclubes de Rio Claro apoiaram o evento.
“Rio Claro tem muita pipa e também muita motocicleta, então é importante uma campanha como esta”, comentou Silvio Henrique Ferreira de Brito quando instalava uma antena em sua CG, que ele utiliza para ir ao trabalho e no dia a dia. “Uma antena desta pode salvar nossa vida, pois muitas pipas caem e a linha pode nos cortar”, observou o motoboy Alexandre Braz, há 16 anos na profissão.
O prefeito João Teixeira Junior, o Juninho da Padaria, que quando vereador foi autor do projeto que instituiu a proibição do uso de linha com cerol, acompanhou parte das atividades de distribuição das antenas. “É bom ver que os motociclistas aceitam instalar as antenas”, afirmou. “É preciso também educar para que a brincadeira de pipa não se torne perigosa”, alertou em referência ao uso do cerol. O vereador Seron também esteve no posto de distribuição.MOTOCICLISTAS APROVAM A CAMPANHA (1)
A ação desse sábado incluiu ajustes gratuitos nas correntes das motos e distribuição de material informativo sobre como evitar acidentes. Rogério Leite, presidente da Associação dos Motofretes, gostou do resultado da campanha. “A gente percebe que essas pessoas estão conscientes da importância dos itens de segurança no trânsito”, avaliou.
A venda e fabricação do produto conhecido popularmente como cerol – mistura de vidro moído e cola usada nas linhas das pipas e papagaios – são proibidas no Estado de São Paulo desde 1998, conforme lei de autoria do deputado Aldo Demarchi.

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