Para evitar desperdício, Fundação de Saúde repassa produtos de limpeza à prefeitura

Produtos de limpeza avaliados em R$ 40 mil foram comprados em excesso pela administração anterior e vencem daqui a dois meses. Material será distribuído entre as secretarias municipais

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Ao todo são 700 pacotes de sabão em pedra, 3.600 litros de água sanitária e mais 200 litros de hipoclorito, todos com data de vencimento em dois meses

A Fundação Municipal de Saúde de Rio Claro irá repassar à prefeitura parte do estoque de produtos de limpeza que foram comprados em excesso pela administração municipal anterior. A medida visa evitar desperdício dos materiais. Ao todo são 700 pacotes de sabão em pedra, 3.600 litros de água sanitária e mais 200 litros de hipoclorito, todos com data de vencimento em dois meses. O valor dos produtos gira em torno de R$ 40 mil.
A Fundação de Saúde informa que a doação não trará prejuízos para a autarquia que conta com estoque suficiente desses produtos para uso em suas unidades nos próximos meses. Em levantamento feito no início do mês no almoxarifado de suprimentos da Fundação, detectou-se um excesso desses produtos comprados em grande quantidade pela gestão anterior. Com isso, para evitar que expire seus prazos de validade, a autarquia decidiu remanejá-los para a administração para que sejam distribuídos entre as secretarias.
A maior parte desses itens será destinada à Secretaria Municipal da Educação para ser usado na limpeza das escolas municipais. A identificação desse excedente nos produtos de limpeza foi possível graças ao balanço e inventário de todo o estoque feito nos almoxarifados de medicamentos e de suprimentos. “Ao que tudo indica a compra foi feita pela administração passada sem uma previsão de uso racional dos produtos e projeção de suas datas de vencimento”, observa o secretário municipal de Saúde, Djair Claudio Francisco.
De acordo com ele, parte do material foi comprada em 2013 e se nada fosse feito a data de validade venceria e os produtos teriam que ser descartados causando prejuízos aos cofres públicos. “Com esse levantamento evitamos o desperdício e auxiliamos outros setores da prefeitura a economizar”, declarou Djair. Para evitar que situações como essa se repitam, a Fundação de Saúde adotou há dias um novo sistema de controle de medicamentos e insumos, que passou a ser informatizado.

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