LUZES DA CIDADE A GRANDE ESPERANÇA

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Desde os primeiros tempos de vivencia social os homens aprenderam que era fundamental, para sua sobrevivência, a união de esforços para enfrentar os animais mais fortes e também a própria natureza com suas constantes variações. O esforço comum salvou o homem até o nosso tempo. Esta realidade não pode ser descartada!       Em contrapartida as rivalidades nunca deixaram de existir por causa do egoísmo nato de cada um e isto nunca parou de causar problemas individuais e sociais. “Amai-vos uns aos outros como eu vos amei”do Divino Mestre, ,são palavras que não chegaram ainda a penetrar em todos corações… Vivemos em constantes disputas pelo poder nos campos econômicos e políticos, daí a desigualdade cresce, formam-se castas dentro de uma só sociedade: conflitos, sofrimentos, miséria, humilhações que não deveriam existir. O poeta fez a seguinte poesia: Gangorra: “A gangorra é como a vida, nos movimentos que tece: quando eu desço, você sobe, quando eu subo, você desce… Você que ficou no alto, não deve de mim sorrir; você terá que descer, quando eu tiver que subir!     De fato isto muito acontece mas chegará o dia em que o amor fraternal sobrepujará todas as forças negativas do mundo, justamente quando ela, a sociedade, como um todo, deverá atingir o grau da grande compreensão e, neste estágio superior de amor solidário, viverá em paz!

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