JULGAMENTOS PRECIPITADOS

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A todo tempo fazemos julgamentos precipitados a respeito de outras pessoas e de nós mesmos. E isso tende a criar um resultado que nem sempre é a realidade do que pode estar acontecendo realmente.
Quantas vezes aceitamos o comentário de determinada pessoa e acabamos por aceitá-la do modo como nos foi apresentada sem ao menos conhecê-la? E depois de conhecer essa pessoa pessoalmente não encontramos nada do que foi comentado negativamente dela?
O mesmo se refere quando nos indicam um determinado filme e recomendam bem a seu respeito e quando a gente assiste não é nada daquilo que esperávamos.
Precisamos entender que a nossa mente está todo tempo generalizando, distorcendo e comparando a nossa realidade para que possamos entender o que está se passando ao nosso redor. E cada um tem uma realidade e estará disposto a brigar por ela.
Em Neurolinguística chamamos isto de o mapa não é o território, isto é, só temos uma representação da realidade. Por exemplo, muita gente pode acreditar que estamos em crise, não é? Mas tem muita gente ganhando dinheiro com ela. Tem muitos jovens empreendedores que estão fazendo a riqueza com pequenos investimentos, utilizando as redes sociais na Internet.
Precisamos tomar muito cuidado com o que a gente ouve, vê e sente. Por isso que quando um caso na justiça tem que ouvir testemunhas cada uma delas conta de um jeito, não é?
Uma estória pode muito bem ilustrar o que estou dizendo. Uma tarde de verão, em uma cidadezinha no interior dos EUA, um garoto entra numa sorveteria, escolhe uma mesa e senta-se. Em seguida uma garçonete aproxima-se e ele foi logo pergunta: – Quanto custa um sundae? E ela responde: Um dólar! O garoto pede um tempo para pensar. A garçonete se afasta e ele começa contar umas moedas. Depois de um tempo a garçonete aproxima dele e novamente pergunta: – Quanto custa uma bola de sorvete? Veio a resposta: – 0,70 cents! – Então me traga uma bola de sorvete de baunilha!
A garçonete anota o pedido e sai da mesa pensando: – Que garoto mesquinho!
O garoto se delicia com o sorvete e se despede agradecendo. E quando a garçonete começa a limpar a mesa encontra um bilhetinho. “Só tinha um dólar, não poderia deixar de dar sua gorjeta. Obrigado!”
Quantas vezes aconteceu com você o mesmo uma estória parecida com esta? E aí, você é a garçonete ou o garoto? Que tal ampliar mais suas experiências a respeito de outras pessoas e ser mais sábio e imparcial em vez de fazer um julgamento precipitado?
Sabia que quando fazemos um julgamento errôneo estamos também muitas vezes sendo alvo de um pré-julgamento? Ninguém é perfeito, só o Criador. Somente a Ele cabe julgar e sentenciar. Então, tenha consciência tranqüila, aja conforme os mandamentos divinos e livre-se do julgar precipitadamente! Pense nisso!
DR. JOSE ROBERTO TEIXEIRA LEITE – MASTER EM NEUROLINGUISTICA
EMAIL: pnljoseli@gmail.com

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