A DIFERENÇA ENTRE O FRACASSO E O SUCESSO É MÍNIMA

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Se você acompanhou as competições das Olimpíadas pode ter notado que algumas modalidades, para definir a medalha de ouro é necessária uma tecnologia avançada que envolve milionésimo de segundos. Na natação há um intervalo para poder avaliar quem foi realmente o campeão com auxílio de sofisticados aparatos.
Se levarmos esse mesmo princípio na construção civil, se o engenheiro que está construindo uma ponte, por exemplo, ou um prédio, tem que levar em consideração que o concreto se expande e se contrai e são milímetros que deve ser observado e medido para o sucesso da construção.
A negligência de alguns milímetros poderá colocar em cheque o desabamento e o fracasso da construção e além de perdas de vidas valiosas, gerando problemas gravíssimos. E principalmente perda de vidas faz uma enorme diferença.
E eu fico aqui pensando que você pode estar pensando que na maioria das vezes em nossas vidas tivemos um “fracasso” por falta de persistência, de paciência e de flexibilidade. E que o “sucesso” estava tão mais perto do que imaginávamos.
O importante é a gente se permitir reconhecer que naquela ocasião que você estava se envolvido na situação, você fez o melhor que você podia fazer. Faria melhor se soubesse como fazer o melhor. Então o ideal é se perdoar e reconhecer o erro e que houve uma aprendizagem daquilo que se envolveu. O Universo também nos prega uma peça para que possamos crescer e continuar aprendendo e evoluindo, não é?
Na maioria das vezes o que você pensa como fracasso pode significar uma alavanca em sua vida. O Dr. Fleming deixou de jogar fora uma cultura que estava procurando a solução da penicilina, sem solução, em uma placa de Pet ri deixada na bancada para lavar no outro dia e jogado fora. Na manhã seguinte encontrou uma cultura de bactérias que deu origem a penicilina.
Há um poema de Henry Austin, em que se lê, mais ou menos, que a linha que separa o sucesso do fracasso é tão tênue que os homens às vezes nem percebem que a tocaram. “O momento em que a pérola esperava só mais uma contração da ostra, para nascer, quantas ostras simplesmente desistiram e, como se fosse tão simples, se soltaram da rocha…” E prossegue: “Há mel, mesmo na taça mais cruel. O único fracasso é de quem desiste”.
Seja lá o que for que esteja buscando em sua vida, leve em consideração sua capacidade de retomar seu caminho quando sair da estrada. A criança que foi é capaz de te fazer recordar disso. Quando desejou andar, andou. Quando desejou falar, você falou. Está em você este potencial em qualquer momento de sua vida.
É você quem marca a hora de “mudar” e de “desistir”. Só mais um esforço, só mais um momento, e a ostra deixa de ser importante, porque a pérola nasce, e o sucesso aparece. Você consegue sair de sua zona de conforto e ser mais feliz alcançando o que deseja. E quantas pérolas desistem, e quantas ostras desistem, justamente quando o sucesso estava ali, ao alcance da mão. Pense nisso!
Dr. José Roberto Teixeira Leite é Cirurgião Dentista e Coach em PNL
Email: pnljoseli@gmail.com.br

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