Segundo denúncia, junto ao Ministério Público, dois servidores saíram do Sepladema por não concordarem com os atos promovidos pelo secretário Milton Hussni Machado Luz.

De acordo com as denúncias, um construtor tentou aprovar projeto de construção de um edifício entre os bairros Vila Paulista e Cidade Jardim, tendo sido indeferido o pedido por ser aquela região uma Zona Residencial-2, onde somente se permite construção de até dois pavimentos.
O construtor, segundo consta, solicitou a certidão devido à mudança no Plano Diretor ocorrida em 2007, aprovado sem a lei de Zoneamento.
Por este motivo a Prefeitura Municipal de Rio Claro assinou um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com o Ministério Público, para preencher a lacuna existente na Lei 3806 de 2007. Neste documento assinado entre Ministério Público e Prefeitura, a administração municipal se compromete a aplicar as leis 2493 e 2495 de 1992, para índices urbanísticos, na qual só é permitido naquela região construções de até dois pavimentos.
Baseado nestas denúncias e diante da suspeita de ato de improbidade, o Promotor instaurou o Inquérito Civil sob nº 79/2009.
Foram então oficiados para responderem sob os fatos apresentados, o secretário de meio ambiente, Milton Hussni Machado Luz e os diretores Gabriel Ribeiro Castellano, Lucas Cestaro e Leopoldo Butkiewicz.
O secretário e o diretor Lucas Cestaro solicitaram prazo de 48 horas para responderem, por considerarem o assunto um tanto complexo. (Texto completo na edição impressa)