Mamata: Funcionário da Câmara chega a receber R$ 340 mil no ano

Você já pensou em receber a baguetela de R$ 26 mil no mês? Pois bem, na Câmara de Rio Claro isto é possível, quem aponta o meteórico salário é o Tribunal de Contas de São Paulo (TCE).
Na segunda-feira, o vereador Valdir Natalino Andreeta, Presidente da Câmara Municipal de Rio Claro, conseguiu mais um tempo hábil, com novo pedido de vistas concedidos pelo TCE, referente ao pagamento de salários e subsídios, em sua gestão em 2007. O tribunal pede a devolução do dinheiro ao erário público empenhado na “Folia dos pagamentos”, cerca de meio milhão de reais, valor que ainda deverá ser corrigido.
Em junho, a pedidos, a Unidade Regional de Araras – UR-10 recalculou os comparativos das remunerações anuais dos seguintes servidores do Legislativo em 2007: A. D. T. – R$ 66.222,23; C. M. V. – R$ 304.701,26; C.A.B – R$ 338.346,8; J.P.P.O.N – R$ 141.452,5; J.S.F. – R$ 66.215,17; M.A.O – R$ 89.566,15; R.B.A.S. – R$ 65.825,4; J. C.P.M.- R$ 219.821,3, J.F.M. – R$ 215.724,03, M.R.J. – R$ 174.664,29 e Z.S. – R$ 188.286,32.
Após a auditoria, o tribunal apontou a ocorrência de atos danosos ao erário, referentes ao pagamento de tais remunerações. Na época, o TCE solicitou para que no prazo máximo de 30 dias, os envolvidos promovessem o ressarcimento, com acréscimos legais, das importâncias referidas ou apresentassem as alegações que fossem de seus interesses. Desde então, o processo é paralisado por pedidos de vistas.
Conforme teve acesso o Diário, em alguns casos, servidores da Câmara receberam salários superiores em até 90% aos rendimentos do prefeito em 2007, que era de R$ 10/mês. Nestes casos, o rendimento anual dos funcionários atingiu a polpuda cifra de R$ 340 mil no ano.
O desfecho de mais esta história da política local você acompanha nos próximos dias.

Perseguição a bandidos nas proximidades do Odilon Corrêa

Informação extra-oficial aponta para perseguição à ladrões de carros nas proximidades da Escola Estadual Odilon Corrêa na noite deste sexta-feira. De acordo com fonte, a Polícia Militar já teria recuperado um dos veículos que estavam em posse dos bandidos. Os meliantes teriam escalado e subido em telhados das residências próximas ao local dos fatos. Mais de sete viaturas de polícia militar e da guarda municipal trabalham na ocorrência.
Não há informação de feridos. Acompanhe o desfecho desta notícia durante a semana no Diário impresso.

Mistérios na contratação de artistas e aluguel de som são esclarecidos por loja de lubrificantes

A empresa “Riolub Lubrificantes”contratada pelo governo Altimari/Salomão para serviços de “locação de som e equipamentos para a realização aos domingos das Manhãs de Seresta no Jardim Público rebateu ontem, as informações estampadas no cadastro da Receita Federal onde aparece como “Comércio a varejo de peças e acessórios novos para veículos automotores”.
Confira mais, na edição impressa do Diário deste sábado, 9 de julho.

Casos de dengue devem bater recorde em RC

A Vigilância Epidemiológica de Rio Claro divulgou nessa sexta-feira (8), mais um boletim da dengue. O município já contabiliza 1525 casos de Dengue em 2011. Destes, 1516 são autóctones (adquiridos no próprio município), nove foram adquiridos em outras cidades. Mais 100 suspeitos ainda aguardam pelos resultados dos exames.
A agravante deste ano é que pela primeira vez na história, o município registrou uma morte em função da doença. Uma menina de nove anos, faleceu em virtude de uma encefalite causada pela dengue.
Mesmo com o frio, quando a tendência é de queda nos casos apresentados, este último boletim apresentou 115 casos a mais do que o anterior, que apontou 1.410 casos, o que equivale a um aumento de 8%.
A grande verdade é que, com apenas seis meses decorridos deste ano, Rio Claro já está a aproximadamente 100 casos de atingir os números de 2007, ano no qual a cidade teve o seu maior índice da doença.
A boa notícia é que o número de exames aguardando resultado caiu de 150 para 100.
No ano de 2007, Rio Claro teve o seu maior índice da doença, registrando 1.649 casos da doença. Com 1.357 casos para cada 100 mil habitantes, o município já vive uma epidemia em 2011, e está a 124 do maior número de casos verificado na história de Rio Claro.

“Os sem-asfalto” aguardam por promessas eleitorais

O conto dos estúdios DreamWorks, onde um grupo de animais vê seu habitat natural ser destruído e são obrigados a se adaptarem à nova realidade pode ser, literalmente, adaptado à situação em que centenas de famílias rio-clarenses estão vivendo nos últimos anos. “Os sem-asfalto” se esforçam para manterem a calma enquanto assistem ruas centrais serem recapeadas novamente. “Fica difícil explicar para moradores de bairros por que a prefeitura está fazendo recapeamento de ruas centrais enquanto em diversos pontos da periferia a população não tem asfalto nenhum”. Com estas palavras, o vereador Juninho da Padaria relembra a desigualdade da periferia onde a falta de asfalto torna-se gritante. Nos bairros Centenário, Bonsucesso e Terra Nova, mesmo com financiamento aprovado de R$ 8,1 milhões pelo Executivo nada ainda foi realizado.
Entre as necessidades “mais urgentes para vencer a lama na época de chuva e a poeira nos períodos de seca”, Juninho da Padaria alinha as áreas sem nenhum asfalto: Nova Veneza, ponta de rua no bairro Paulista 1, Vila Anhanguera, Nova Rio Claro, Recanto Paraíso, uma rua no Jardim Araucária, Boa Vista, duas ruas em Ajapi, uma rua no Jardim Novo Wenzel, uma em Ferraz e o Jardim Maria Cristina. “Não é preciso ficar contando com financiamento do mesmo tipo porque programas de asfalto são pagos pelos proprietários dos imóveis através da chamada contribuição de melhoria e os moradores não se recusavam ao pagamento”, acrescenta. Mais ainda, o vereador completa, “muito pelo contrário, o pessoal é receptivo por saber que o imóvel será valorizado e a qualidade de vida irá aumentar com garantia de melhor saúde, transporte e melhoria, inclusive da autoestima de todos, até do governo”, conclui.

Rotatória na Avenida dos Estudantes é apontada como solução para o trânsito

Quase um ano após a marcha que cobrava do prefeito Dú Altimari e da vice Olga Salomão a solução para os problemas de trânsito enfrentados por usuários da Avenida dos Estudantes, a comunidade continua esperando.
De acordo com o vereador Julinho Lopes, o impasse poderia ser superado com a construção de uma rotatória no cruzamento da via com a rua 4 da Vila Industrial e rua 9 do bairro Mãe Preta. A medida implicaria na redução da velocidade hoje utilizada no trecho e no ordenamento do fluxo na rota Rio Claro-Araras, garantindo a segurança dos pedestres no trânsito entre os bairros. A proposta é apresentada às secretarias municipais de Obras e Mobilidade Urbana pelo vereador Julinho Lopes. “Trata-se de obra a ser feita em caráter imediato porque um conjunto habitacional está previsto para ser iniciado no local, o que vai aumentar o número de veículos e pessoas em situação que já é problemática”, avalia o vereador.
Em sua justificativa para a solicitação da rotatória, Julinho Lopes assinala as constantes reclamações de moradores pelo fato da Avenida dos Estudantes haver se tornado uma via de trânsito rápido e pesado. Conforme ele destaca, o trecho é uma das entradas da cidade em meio a dois conjuntos residenciais nobres e dois bairros de grande concentração, o Mãe Preta e a Vila Industrial. A rota é utilizada por caminhões no acesso à rodovia Wilson Finardi, que liga Rio Claro a Araras.
“A rotatória precisa ficar no ponto em que os moradores da Vila Industrial cruzam para chegar ao Mãe Preta e ter acesso ao comércio, serviços, escola, creche e posto de saúde”, calcula. Segundo observa, para ir e sair da escola, crianças ficam sob permanente risco ao atravessarem a pista que “nem sinalização adequada para isso tem”.
Outro problema de segurança verificado é que os motoristas que deixam o bairro Mãe Preta em direção a Araras acessam a Avenida dos Estudantes pela contramão para evitar o retorno, mais à distância e na direção oposta.
O trânsito no ponto sugerido para a construção da rotatória tem fluxo por duas vias de mão dupla para entrada e saída da cidade. Elas são cruzadas por duas outras vias no sentido bairro-bairro. Uma delas é bifurcada. “No total são seis vias com abertura de mais uma e é óbvio que para ordenar isso só mesmo com uma rotatória”, ressalta Julinho Lopes.

Velo empata jogo treino contra a Itapirense

Dando sequência aos preparativos para a disputa da Copa Paulista, o Velo realizou na última quinta-feira (7), mais um jogo treino. Desta feita o adversário dos velistas foi a Itapirense.
Em um jogo de muita pegada, as equipes disputaram como se fosse um jogo valendo pontos e que serviu muito para a apreciação dos dois técnicos. No final, um empate em 1 x 1 fez jus ao empenho de ambas as equipes.
Aos 14’ do primeiro tempo, João Vinicius colocou a mão na bola dentro da área. Na cobrança da penalidade, Juari converteu fazendo 1 x 0 Itapirense. A equipe velista foi à luta e acabou arrancando o empate aos 40’ desta mesma primeira etapa, com um gol marcado por Reinaldo, em cobrança de falta executada por Ruhan, na qual o goleiro rebateu no pé do atacante velista, decretando o empate em 1 x 1.
Para o segundo tempo as equipes vieram muito modificadas e o jogo caiu de qualidade, permanecendo o empate até o final.
João Vallim mandou a campo a seguinte formação: Rodrigo (Roni); Ruhan (Alex), João Vinicius (Fandinho), Ernando e Vinicius (Léo); Denis (Moisés), Rafinha (Renato), Fabinho (Tom) e Paulinho (Felipe Piovezan); Reginaldo e Tom (Leleco).
Até o presente momento não há nenhuma marcação de jogo treino para a equipe velista.

EM CASA QUE FALTA PÃO…

KAL MACHADO
2ª Parte

Há um dito popular que bem poderia ser aplicado à polêmica que envolve as discussões sobre o novo Código Florestal: “Em casa onde falta pão, todo mundo grita e ninguém tem razão”.
Ambientalistas e ruralistas mais extremados transformaram o que deveria ser um dos momentos emblemáticos do Parlamento brasileiro, numa arena, onde o que mais tem prevalecido é a irracionalidade, o radicalismo e a disputa de egos.

A sociedade assiste a essa batalha de informação e contra informação sem saber ao certo qual lado está com a razão. Felizmente, um excelente artigo, escrito pelo ex-Secretário do Meio Ambiente e também ex-Secretário da Agricultura de São Paulo, Xico Graziano, publicado no jornal o Estado, sob o título “Charada Florestal”, conseguiu traduzir esse embate com a lucidez e o equilíbrio de quem já esteve ocupando os dois lados das trincheiras. Ele serve de azimute para esse artigo e também deveria servir de paradigma a quem está à procura de uma bússola conceitual.

Sabemos que toda essa celeuma teve início quando da discussão e aprovação do relatório do deputado Aldo Rebelo, que flexibilizou alguns itens do atual Código Florestal, tidos como cláusulas pétreas para os ambientalistas.

Um desses “sacrilégios ambientais” foi a tentativa de redução de 30 para 15 metros as áreas de preservação permanente nas margens dos pequenos rios. Depois de muita discussão acabou prevalecendo que a redução só vale para as áreas que já estão desmatadas e teria de ser recuperada. Nas áreas cuja margem estiver florestada o produtor rural não poderá suprimir a vegetação. Já o agricultor que já estiver cultivando até a margem do rio terá que recuar sua produção e reflorestar uma faixa de 15 metros.

Se olharmos com a devida isenção veremos que nem todas as plantações feitas em encostas, várzeas, topo de morro ou matas ciliares concorrem para a destruição do solo e da natureza. Basta ver os arrozais gaúchos, os cafezais mineiros, as macieiras catarinenses e a pecuária leiteira por aí afora. Porém, arar a terra até a beirada do córrego para plantar soja, cana, milho ou outra cultura é inaceitável, como também o é querer eliminar todas as culturas consolidadas há séculos para recompor as matas, salvo se oferecerem algum risco ambiental.

É verdade que no passado, a expansão das cidades e da produção agrícola poderiam ter seguido outros critérios, mas hoje seria impraticável demolir as marginais da cidade de São Paulo porque elas destruíram as várzeas dos rios Tiete e Pinheiros, ou exigir a remoção de milhões de pessoas que ocuparam irregularmente os morros cariocas.

No tocante as áreas de Reserva Legal, também temos que diferenciar os casos das fazendas foram implantadas antes de 1965, quando ainda não havia o Código Florestal e o próprio governo incentivava e financiava a derrubada da vegetação nativa por entender que isso contribuía para o desenvolvimento sócio econômico e os que até hoje desmatam ilegalmente. No primeiro caso, terá que se dar condições e prazos para que os produtores quitem esse “passivo ambiental”, recompondo e averbando na propriedade ou compensando no mesmo bioma os 20% de mata que foram suprimidas e 35% ou 80%, quando a produção estiver no Cerrado ou na Amazônia.

Quanto aos que cometem deliberadamente crimes ambientais, não poderá haver anistia nem impunidade. Que se apliquem os rigores da lei.

Portanto, o novo Código Florestal deve estar lastreado em pelo menos duas premissas: dificultar o desmatamento e garantir a compensação ambiental. Só assim haverá paz no campo e garantia de uma produção agrícola sustentável.

COLUNA SÉRGIO CARNEVALE

COLUNA SÉRGIO CARNEVALE.

09 de julho 2011.

scarnevale@uol.com.br.

HEROISMO.

Hoje comemoramos a grande epopéia de 1932. O movimento que levantou o povo de São Paulo, sozinho contra o ditador Getulio Vargas que insistia em humilhar os paulistas.

EM 1930
Getulio acabou com a autonomia que os estados gozavam durante a vigência da Constituição de 1891. Ele determinava que pessoas desqualificadas viessem dar ordens em São Paulo em uma nefasta interferência em nossos destinos.

ENTRETANTO
o estopim da revolta dos paulistas foi à morte de quatro jovens no centro da cidade de São Paulo, assassinados a tiros por partidários da ditadura, pertencentes à Legião Revolucionária em 23 de maio de 1932.

O POVO
quando ficou sabendo dos crimes saiu às ruas, houve grandes comícios e passeatas, e no meio do tumulto a multidão tentou invadir a sede da Legião Revolucionária. Ao subirem as escadarias do edifício, foram recebidos a balas.

O GOVERNADOR
Pedro de Toledo, com o apoio do povo, conseguiu montar um secretariado de sua livre escolha e em 23 de maio de 1932 rompeu definitivamente com o governo federal.

A MORTE DOS JOVENS
entretanto deu origem ao extraordinário movimento que ficou conhecido como MMDC.
Mário Martins de Almeida (Martins)
Euclides Bueno Miragaia (Miragaia)
Dráuzio Marcondes de Sousa (Dráuzio)
Antônio Américo Camargo de Andrade (Camargo)

O MMDC
foi organizado em homenagem aos quatro estudantes covardemente assassinados pelas forças federais em 23 de maio de 1932.

ATUALMENTE
o dia 9 de julho, que marca o início da Revolução de 1932, é a data cívica mais importante do estado de São Paulo e feriado estadual.

NÓS PAULISTAS
consideramos a Revolução de 1932 como o maior movimento cívico da sua história. Foi a primeira grande revolta contra o governo federal e o último grande conflito armado ocorrido em nosso País.

FORAM 87 DIAS
de combates, deixando um saldo de 934 heróis paulistas mortos e inúmeras cidades do estado de São Paulo destruídas devido aos combates.

O FATO ESTRANHO
foi que o ditador Vargas nunca revelou os números das baixas nas tropas federais que combaterem os paulistas.

EM DECORRÊNCIA
da união dos paulistas, São Paulo, depois da revolução de 32, voltou a ser governado por paulista, e, dois anos depois, finalmente a nova constituição era promulgada, a Constituição de 1934.

ENTRE OS HEROIS
combatentes de 32 estavam muitos rio-clarenses que no vigor de sua juventude ajudaram a restaurar o respeito de São Paulo.

RIO CLARO
literalmente vestiu a camisa da revolução e participou de inúmeras formas em apoio aos soldados no front.

OS FERROVIÁRIOS
da antiga Cia Paulista de Estradas de Ferro construíram aqui em nossas oficinas o famoso trem blindado que surpreendeu as tropas federais nos combates no Vale do Paraíba.

ESSSA GRANDE
epopéia dos heróis paulistas foi brilhantemente registrada nas páginas do nosso centenário Jornal Diário do Rio Claro, tem a marca indelével de participação dos rio-clarenses e jamais poderá ser esquecida.

UM ALERTA
para os ciclistas de Rio Claro: As bicicletas precisam estar devidamente sinalizadas com refletores para que os motoristas consigam visualizá-las à noite. Na Avenida Rio Claro trafegam muitos ciclistas sem bicicletas sinalizadas e usando camisas e calças escuras. Praticamente não dá para enxergá-los. É questão de segurança, principalmente para os próprios ciclistas.

EXISTE UMA MÁXIMA,
não desmentida em momento algum, de que o brasileiro tem memória curta. Curta, não, curtíssima, pois o passado já foi esquecido, do presente sabe apenas rapidamente, e, no futuro, tudo o que atualmente estiver acontecendo ou será esquecido ou será embaralhado.

VAGA NA LIDERANÇA DA CÂMARA.
Há uma vaga aberta na nossa Câmara Municipal: a de líder do governo. Por incrível que pareça o posto não é reivindicado pelos peemedebistas e nem pelos petistas. Du e Olga não têm vozes na edilidade rio-clarense como diria o amigo e jornalista Paulo Jodate David.

Vermelhos atacam região central de Rio Claro

“Na manhã deste sábado, 9 de julho, o esquadrão aviatório federal fez vôos rasantes e vários disparos contra os vagões blindados recém produzidos pela Companhia Paulista. As máquinas super-resistentes têm por objetivo levar os heróis paulistas até os campos de batalha.
Segundo informações, o esquadrão aviatório federal fez vôos rasantes e vários disparos atingindo a região central, principalmente comércios e residências localizadas na avenida 1 com a rua 2.
As notícias também são ruins no front. Enquanto a ofensiva getuliana prossegue, as baixas paulistas aumentam devido ao péssimo material bélico utilizado. São mais de 300 soldados rio-clarenses nas trincheiras da capital, em Itararé, Lorena e em outras localidades.
Algumas cartas chegadas evidenciam que as forças paulistas perderam muitos soldados devido à qualidade da munição dos fuzis. Em plena batalha com o inimigo, os paulistas ao disparem suas armas perceberam que a munição era de farinha de trigo e de mandioca. Suspeita-se que os cartuchos foram sabotados.”

9 de julho de 1932

O trecho acima reconstitui a experiência passada por rio-clarenses durante a Revolução Constitucionalista deflagrada pelos paulistas contra o governo federal após o lançamento da campanha pela imediata convocação de uma Assembleia Constituinte e o fim das intervenções nos Estados.
Várias manifestações e comícios multiplicaram-se na capital. No dia 23 de maio de 1932, os manifestantes entraram em conflito com o chefe de polícia estadual Miguel Costa e quatro estudantes acabaram mortos: Euclides Bueno Miragaia, Mário Martins de Almeida, Dráusio Marcondes de Souza e António Américo Camargo de Andrade.
Desde o dia 9 de Julho de 1932 estourou, de fato, a rebelião armada.
As forças paulistas comandadas pelo general Isidoro Dias Lopes ficaram isoladas e o porto de Santos acabou bloqueado pela marinha. Decretando a derrota.

*Baseado em fatos que cercam a história de Rio Claro, o Diário realizou uma busca por fragmentos que relatam o dia em que a “cidade azul” teria sido bombardeada pelos aviões “vermelhinhos” de Getúlio Vargas. Colaboração Arquivo Público Municipal, Museu Histórico e Pedagógico Amador Bueno da Veiga e cidadãos que relataram histórias e fatos que envolvem a data.

Pedalinhos também funcionam de 2ª a 6ª-feira durante as férias

Com as férias escolares, os pedalinhos do Lago Azul de Rio Claro também vão funcionar de segunda a sexta-feira, além dos finais de semana.
Do dia 11 até o final do mês, os passeios de pedalinho de segunda a sexta-feira podem ser feitos das 13 às 17 horas. Nos finais de semana o atendimento será normal, das 9 às 17 horas.
Os passeios de 15 minutos nos pedalinhos custam R$ 2,00. Crianças de até quatro anos não pagam e até 12 anos devem estar acompanhadas por um responsável. Todos têm que usar colete salva-vida, entregue no local.

Shows musicais dão sequência hoje ao Arraial Azul

O Arraial Azul é o último evento do calendário de aniversário de Rio Claro e tem realização da prefeitura de Rio Claro por intermédio da Secretaria de Turismo e apoio do Fundo Social de Solidariedade e Secretaria da Cultura

Programação

Sábado – 09/07
19h30 – Abertura com Zezinho do Nordeste e Banda
20h45 – Apresentação de dança com a Quadrilha da Melhor Idade (formada pelo FSS/Prof. Nordilha)
21h15 – Show com o grupo Catira Brasil
22h15 – Encerramento com Zezinho do Nordeste e Banda
Domingo – 10/07
19h30 – Show Musical com a Orquestra Cultural de Viola de Valinhos
20h45 – Apresentação de dança com a Quadrilha da Capela Santo Antonio
21h – Encerramento com o grupo Gameleira

Economia brasileira é 'bicicleta difícil de pedalar,' diz 'Financial Times

Em um texto intitulado “Feridas brasileiras”, o jornal compara a economia brasileira a uma bicicleta. “Ela funciona enquanto estiver em movimento”, diz o editorial. “Agora, porém, está ficando mais difícil pedalar.” O jornal observa que o real se valorizou 40% em termos reais desde 2006 e que no mesmo período as importações brasileiras quase dobraram, enquanto as exportações cresceram apenas 5%. “A única razão pela qual o déficit em conta corrente brasileiro não explodiu são os altos preços das commodities. Mas esse boom pode não durar para sempre”, alerta o jornal. (BBC)

Líder líbio ameaça atacar Europa em retaliação à ofensiva da Otan

O ditador líbio Muammar Gaddafi voltou a ameaçar na sexta-feira, enviar centenas de líbios para lançar ataques na Europa em vingança à campanha militar liderada pela Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) contra ele na Líbia. ‘Centenas de líbios vão martirizar na Europa. Eu disse a vocês que é olho por olho e dente por dente. Mas vamos dar a eles uma chance para que retomem seus sentidos’, afirmou o líder líbio em mensagem de áudio transmitida pela TV líbia. (MSN

Gol anuncia acordo para compra da Webjet

A Gol Linhas Aéreas anunciou nessa sexta-feira (8) acordo para a compra da Webjet, sua concorrente no mercado de voos de baixo custo no país. De acordo com comunicado da Gol, o valor total do negócio é de R$ 311 milhões, com R$ 96 milhões sendo pago aos atuais sócios da Webjet. Os órgãos de defesa da concorrência ainda precisam analisar se a fusão pode ser efetivada. (R7)

China importa 5 milhões de tonelada de milho

A China pode ter comprado até 5 milhões de toneladas de milho desde março, e fontes do mercado acreditam que o segundo consumidor global compre mais, à medida que os preços do produto caíram das máximas. O preço do milho na bolsa de Chicago perdeu cerca de um quinto de seu valor desde o recorde de 7,9975 dólares por bushel em 10 de junho, após o governo dos EUA ter previsto uma potencial safra recorde. (Notícias Agrícolas)

Pedido de prisão faz parte de 'farsa', diz Dirceu sobre mensalão

O ex-ministro da Casa Civil José Dirceu (PT) considerou nessa sexta-feira, 8, que o pedido enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF) de condenação de 36 dos 38 réus do processo do “mensalão” não traz “qualquer prova material ou testemunhal” contra ele. Na avaliação do petista, as acusações feitas pelo procurador-geral da República, Roberto Gurgel, autor do pedido, são “meras ilações”. Um dia após ter sido indicado para um segundo mandato de procurador-geral da República, Roberto Gurgel pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) que condene 37 dos 38 réus do processo do mensalão. Para Gurgel, só não existem provas contra o ex-ministro da Comunicação Social Luiz Gushiken – e, portanto, ele deve ser absolvido. (AE)

Após reassumir mandato, Nascimento pede licença do Senado

O ex-ministro Alfredo Nascimento (Transportes) pediu licença por 12 dias do Senado para “fins particulares” para não ter que retornar antes do recesso parlamentar. Como o recesso começa no dia 18 de julho, quando termina a licença do senador, Nascimento fica obrigado a retornar à Casa somente em agosto. Com a licença, Nascimento não fica obrigado a prestar esclarecimentos ao Senado – como havia prometido ao deixar o cargo no governo. A oposição desistiu de aprovar requerimento para o senador depor à Comissão de Infraestrutura da Casa depois que o ex-ministro sinalizou que falaria, no plenário, sobre as acusações. (Folha.com)